Fernando Cunha afirma que terceirização de alguns serviços era necessária
O ex-presidente da Celg, Fernando Cunha Júnior, afirmou que a teceirização de alguns serviços era necessária e teria custos menores do que se feita pela própria Companhia. De acordo com ele, os processos licitatórios procuravam atender - via concorrência - os interesses da empresa para a prestação do serviço contatado com qualidade e menor preço.
O relator Humberto Aidar (PT) havia questionado sobre o processo de terceirização da empresa. O petista também citou depoimento de Benjamin Bezze, que afirmou sobre a existência de empreiteiras que tinham influência sobre a empresa. De acordo com o parlamentar, a Celg ainda teria muitos recursos para receber e que teria sido "uma mãezona".
Fernando Cunha confirmou que a Celg possui muitos créditos a receber. "Não é fácil recebê-los, mas também não é impossível. Procurei receber créditos relacionados aos subsídios que o Governo Federal manteve para a Codemin, mas não repassou à Companhia, por exemplo".