CPI da Celg
Os deputados-membros que compõem a Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o endividamento da Celg nos últimos 25 anos realizaram a oitiva do empresário Paulo Hernani, presidente da Arca, que presta serviços para a Companhia. A reunião foi iniciada as 14 horas, na sala Solon Amaral.
O presidente da Celg, Carlos Silva, fala nesta tarde de quarta-feira, 10, sobre sua gestão frente à estatal. Também está previsto o depoimento do empresário Carlos César do Espírito Santo, cuja empresa também é prestadora de serviços para a Companhia. Sua oitiva está prevista para as 18 horas.
O presidente da Arca, Paulo Hernani, afirmou que está tendo prejuízos com os contratos firmados com a Celg. De acordo com ele, os negócios serão devolvidos para a Companhia. O engenheiro disse ainda que, ao longo de 2009, a empresa prestou serviços para a Celg com prejuízo.
"Possivelmente, não deveremos continuar com os contratos firmados com a Celg. Tivemos prejuízo ao longo de 2009. Vamos devolver os contratos para a Companhia; não somente a Arca, mas outras empresas terceirizadas também sofrem prejuízos com a prestação de serviços", afirmou Paulo Hernani.
O engenheiro elétrico disse que os prejuízos decorrem da falta de atualização dos valores contratados. De acordo com ele, a Arca também possui um significativo passivo trabalhista que incide sobre a margem de lucro da empresa junto aos contratos firmados com a Celg.
"Os valores dos contratos estão defasados e os aditivos nem sempre resolvem. A prova mais real de que os contratos não são rentáveis é que as empresas os estão devolvendo para a Companhia. O contrato de unidades de serviço leves registram, ao todo, 13 veículos alugados para a Celg", afirmou Paulo Hernani.
O presidente da Celg, Carlos Silva, fala nesta tarde de quarta-feira, 10, sobre sua gestão frente à estatal. Também está previsto o depoimento do empresário Carlos César do Espírito Santo, cuja empresa também é prestadora de serviços para a Companhia. Sua oitiva está prevista para as 18 horas.
O presidente da Arca, Paulo Hernani, afirmou que está tendo prejuízos com os contratos firmados com a Celg. De acordo com ele, os negócios serão devolvidos para a Companhia. O engenheiro disse ainda que, ao longo de 2009, a empresa prestou serviços para a Celg com prejuízo.
"Possivelmente, não deveremos continuar com os contratos firmados com a Celg. Tivemos prejuízo ao longo de 2009. Vamos devolver os contratos para a Companhia; não somente a Arca, mas outras empresas terceirizadas também sofrem prejuízos com a prestação de serviços", afirmou Paulo Hernani.
O engenheiro elétrico disse que os prejuízos decorrem da falta de atualização dos valores contratados. De acordo com ele, a Arca também possui um significativo passivo trabalhista que incide sobre a margem de lucro da empresa junto aos contratos firmados com a Celg.
"Os valores dos contratos estão defasados e os aditivos nem sempre resolvem. A prova mais real de que os contratos não são rentáveis é que as empresas os estão devolvendo para a Companhia. O contrato de unidades de serviço leves registram, ao todo, 13 veículos alugados para a Celg", afirmou Paulo Hernani.
Fernando Cunha
Ex-presidente da Celg, Fernando Cunha Júnior, que falou pá CPI na manhã desta quarta-feira, 10, considerou que os dois aspectos mais importantes de sua gestão foram a renovação da concessão da Companhia no setor elétrico até 2015 e o reajuste tarifário, por meio da situação adimplente junto à Eletrobrás e demais fornecedores.
"Conseguimos ampliar o período de concessão, algo que considero de grande importância para a empresa. Obtivemos mais 15 anos como concessionária do setor elétrico. Também conseguimos o reajuste da tarifa após tornar a Celg adimplente. Procuramos cumprir os pagamentos em atraso e regularizar a situção junto aos fornecedores e credores", afirmou Fernando Cunha.