"Ajudo a CPI no que for preciso", diz presidente da Celg
Em entrevistas a jornalistas, o presidente da Celg, Carlos Silva (PP), disse que a empresa atende a todas as solicitações feitas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a dívida da estatal energética. "Estou colaborando com a CPI em tudo, ajudo no que for preciso", afirmou.
Carlos Silva confirmou que o passivo da empresa é de 5,7 milhões e sua gestão está trabalhando para diminuir a dívida da empresa. "Para apontar os responsáveis pela dívida da Celg, é preciso contextualizar os problemas da empresa na linha do tempo, o que esta CPI está fazendo", pontuou. Silva disse também que a Celg está pagando seus fornecedores com regularidade, embora com algum atraso.
O presidente da Celg disse também que a empresa que preside é a condutora do desenvolvimento e do progresso em Goiás, gerando empregos diretos e indiretos. "A Celg tem prestado bons serviços à comunidade goiana e é seu destino continuar neste rumo", analisou.
O pepista disse que a parceria com a Eletrobrás pode ser fechada a qualquer momento, dando um fim ao problema atual da empresa. "Não sei se o acordo com a Eletrobras vai precisar ser votado de novo na Assembleia mas, se for preciso, não haverá problema", disse. O presidente da Celg disse também que não tem expectativas de que a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Goiás seja para fechar o acordo com a Eletrobrás. "Mas se acontecer, vai ser bom", finalizou.