Ícone alego digital Ícone alego digital

“Depoimentos de hoje são peças importantes para o tabuleiro da Celg”, diz Aidar

11 de Fevereiro de 2010 às 13:06

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga o endividamento da Celg, prossegue seus trabalhos nesta quinta-feira, 11, colhendo depoimentos do ex-presidente da Celg, José Francisco das Neves (o Juquinha), e do diretor-presidente da Evoluti, Paulo de Tarso Teixeira Rabello. Para o relator da CPI, Humberto Aidar (PT), os dois depoimentos são importantes para esclarecer as questões do endividamento da Celg.  

“Os depoimentos de hoje são peças importantes para o tabuleiro da Celg. Juquinha foi o presidente que ficou mais tempo à frente da companhia e durante um período muito crítico - a venda de Cachoeira Dourada. Já a Evoluti é a maior prestadora de serviços da Celg, muito citada durante a CPI. Espero que todos digam a verdade e possam colaborar com o relatório final”, avaliou. 

Antes mesmo do início da reunião, Juquinha das Neves revelou que foi contra a venda de Cachoeira Dourada. “Foi uma decisão de Governo”, afirmou. Humberto Aidar, porém, criticou a postura do ex-presidente na época. “Ele era contra, mas não se manifestou”, disse o petista.  

O deputado também comentou sobre a dificuldade da CPI em conseguir apurar os fatos reais de cada depoimento. “Todos que vem depor são santos, ninguém assume que fez nada de errado. Além disso, quem faz algo de ilícito no Poder Público dá o nó bem dado. Mas queremos mostrar essas causas – do endividamento da Celg – e caberá à Justiça definir as punições”, complementou.   

Compartilhar

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse nossa política de privacidade. Se você concorda, clique em ESTOU CIENTE.