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Diretor-presidente da Evoluti nega superfaturamento de contrato com a Celg

11 de Fevereiro de 2010 às 15:16

Diretor-presidente do Grupo Evoluti, Paulo de Tarso Teixeira Rabello depõe na manhã desta quinta-feira, 11, na reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o endividamento da Celg nos últimos 25 anos. A oitiva acontece no auditório Solon Amaral.

O Grupo Evoluti mantém, desde 2008, um contrato de proteção de receitas com a Celg, que a torna responsável pela inspeção de unidades consumidoras com suspeita de fraudes e pela recuperação de medidores de energia elétrica e negociação de débitos oriundos de fraudes nesta medição.

Antes do início do depoimento, Paulo Rabello concedeu entrevista e negou as acusações de superfaturamento de contratos. Segundo o diretor-presidente da empresa, o cálculo do pagamento de sua empresa é feito a partir de critérios técnicos com base no valor obtido pela Evoluti em favor da Celg. “O contrato só permite que a Evoluti receba seu pagamento se a Celg receber um benefício financeiro dos serviços que prestamos”, ressaltou.

Paulo Rabello também declarou que a maioria dos contratos firmados com a Celg tem esta característica. “A Celg é muito prudente com os contratos que celebra”, afirmou. O empresário disse que aproveita a oitiva na CPI para expor a verdade sobre a questão, apresentando todos os documentos relativos ao contrato para os parlamentares.

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