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Alves de Oliveira diz que postes de aroeira são devolvidos para a Celg

17 de Fevereiro de 2010 às 21:11

Diretor-presidente da Conselt Engenharia, o engenheiro Alves de Oliveira de Ataídes informou que os postes de aroeira são devolvidos para a Celg, que os vende em leilão público. O empresário também informou detalhes sobre os contratos firmados com a Companhia, que geram para sua empresa faturamento médio mensal de R$ 500 mil. 

Alves de Oliveira disse que não possui automóveis locados para a Celg. De acordo com ele, os contratos indicam que as turmas de trabalho são acompanhadas por veículos e profissionais, compostos por eletricistas e motoristas.

"Tenho um contrato que envolve um caminhão e três turmas pesadas. Há uma parte de serviços e uma de construção. Ao todo, são 12 veículos. Esse contrato, que é o maior, deve girar em R$ 3,6 milhões. Cada veículo fatura em média R$ 50 mil por mês; em janeiro foi um pouco menos por falta de serviço", afirmou o engenheiro.

Alves de Oliveira disse que a Conselt presta serviços para a Celg há 21 anos. De acordo com ele, todos os contratos que sua empresa possui junto à Celg assegura um faturamento médio mensal de R$ 500 mil.

"A Conselt é uma empresa que trabalha sem muito movimento, pensado em realizar um serviço de boa qualidade pelo menor custo. Todos os contratos foram firmados por meio de licitação; em nenhum houve dispensa do processo", afirmou o diretor-presidente da Conselt Engenharia.

Alves de Oliveira disse que, nos últimos três anos, os contratos com a Celg não são mais aditivados até o limite de 25%, conforme previsto na Lei 8.666/93. De acordo com ele, todas as atividades realizadas pela Conselt são registradas em relatórios. O engenheiro também informou que faz troca de postes para a Companhia, que os recebe de volta.

"Os serviços de manutenção ainda abrigam postes de trilho, eucalipto e aroeira. Esses postes são retirados e instalados os de concreto. Os materiais retirados são devolvidos para a Celg e devidamente documentados. Mas não somente os postes. Isso inclui cabos antigos e outros equipamentos", afirmou o engenheiro.

Alves de Oliveira disse que foi realizado há três anos o leilão da madeira obtida por postes de aroeira e eucalipto. De acordo com ele, a Conselt não participou do negócio. "Se o poste está podre não vale nada. Mas hoje, se estiver bom, poderá valer até uns 200 reais se a madeira ainda estiver sadia", afirmou o engenheiro.

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