Amós Vieira afirma que maior contrato com a Celg teria duração de cinco anos
O diretor-presidente da Javaés, Amós Vieira, disse que o maior contrato que possui com a Celg, de R$ 3,3 milhões, tem duração prevista de cinco anos. De acordo com ele, a renovação do documento depende da iniciativa da Celg. A Lei de Licitações (Lei 8.666/93) permite aditamento do contrato em valor não superior a 25% do total.
"Os contratos que realizamos junto à Celg foram firmados por meio de processo licitatório, do qual apresentamos nossa proposta e vencemos a concorrência. O prolongamento do período previsto no contrato depende do interesse da Celg", afirmou o empresário.
Amós Vieira disse que a Javaés tem procurado outros mercados para atuar. Segundo ele, há intenção de continuar com a Celg. O empresário afirmou que pretende continuar prestando serviços para a concessionária goiana apesar do momento delicado pelo qual passa.
"Tive oportunidade de ser convidado para participar de obras em Minas Gerais e Mato Grosso. O preço pago lá é praticamente o dobro do que é pago hoje pela Celg. A empresa que está mobilizada em Goiás há muito tempo possui logística determinada para executar tarefas com menor custo possível; se sair de minha base, haverá outros custos, razão pela qual permanecemos por aqui", afirmou o empresário.
Amós Vieira afirmou que desconhece qualquer contrato que sua empresa tenha firmado com a Celg por meio de dispensa de licitação. O empresário informou que também realiza troca de postes. De acordo com ele, toda obra ou serviços realizados para a Companhia são registrados por sua empresa.
"Trocamos postes de trilhos e de madeira, quando somos solicitados a trocar o poste, que tem um cadastro junto à Celg. Acho que não havia esse cadastro há oito anos. Se houver um sem esse registro, é identificada sua coordenada por GPS; a Celg emite um documento que pede a devolução dos postes trocados. Há um controle do material trocado e devolvido", afirmou o empresário.