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CPI da Pedofilia

11 de Março de 2010 às 17:01
Comissão se reúne e indica para presidente o deputado Fábio Sousa, vice, Betinha Tejota, e relatora, Isaura Lemos.

A Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar casos de pedofilia em Goiás teve sua primeira reunião na tarde desta quinta-feira, 11, e definiu que o presidente será o deputado Fábio Sousa (PSDB) e a relatora será a deputada Isaura Lemos (PDT). A deputada Betinha Tejota (PSB) será a vice-presidente da CPI. Também compõem a Comissão, como titulares, as deputadas Cilene Guimarães (PR) e Adriete Elias (PMDB).

Para suplentes, foram indicados Luiz Carlos do Carmo (PMDB) para a suplência de Adriete Elias, Misael Oliveira (PDT) para suplente de Isaura Lemos, Ozair José (PP) para a suplência de Betinha Tejota, Valdir Bastos (PR) para a suplência de Cilene Guimarães e Padre Ferreira (PSDB) para a suplência de Fábio Sousa.

Segundo o presidente Fábio Sousa, o plano é que o relatório final seja entregue ainda neste semestre, para "evitar o contágio do período eleitoral". O tucano também informou que a CPI terá reuniões semanais no início, sempre às quartas-feiras, a partir das 9 horas da manhã.

A CPI vai, no início, ouvir autoridades governamentais e representantes da sociedade civil, para que seja feito um plano de investigação. A segunda etapa da Comissão será centrada em investigações, com a ajuda da polícia goiana.

A intenção é expor e combater redes e casos isolados desse crime no Estado, bem como fornecer aparato para o Sistema de Segurança Pública, para que as autoridades competentes possam combater a pedofilia de um modo mais efetivo.
"É um dos piores crimes da nossa sociedade. Goiás é o quarto Estado do País que mais comete delitos dessa natureza contra crianças e adolescentes", disse Fábio. “Temos que fazer algo para coibir o avanço da pedofilia no Estado. A CPI vai investigar as atividades desses criminosos”, frisou.

A CPI também tem a meta de, ao final, propor novas leis no âmbito estadual para coibir e combater o crime de pedofilia. “A pessoa que comete um crime hediondo como esse não merece adjetivos", resumiu.

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