CPI da Celg determina indiciamento de diretor da Endesa por desobediência
O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o endividamento da Celg nos últimos 25 anos, Humberto Aidar (PT), determina em seu relatório o indiciamento do diretor da Endesa, empresa que comprou a usina de Cachoeira Dourada, Guilherme Lencastre, por crime de desobediência. O empresário não compareceu à data marcada pela CPI para depor.
"Frise-se que o indiciado enviou um fax somente às 18:45 do dia 12 de fevereiro do corrente ano (véspera de feriado de Carnaval), limitando-se a dizer que não poderia comparecer para depor, no dia 18 de fevereiro, em razão de compromissos profissionais previamente assumidos, conforme documento em anexo. Sabendo-se que a intimação foi enviada com dez dias de antecedência em relação à data do depoimento, não houve justificativa plausível para que o mesmo não comparecesse na data marcada para seu depoimento", afirmou o relator.