A Celg não tem outra saída senão a gestão compartilhada, diz Aidar
O relator da CPI da Celg, deputado Humberto Aidar (PT), disse, em entrevista à Agência Assembleia de Notícias, que é preciso analisar duas questões ao estudar o repasse de 41,08% das ações da Companhia para Eletrobrás.
“Eu tive a oportunidade de avaliar, por duzentos dias, as causas das dificuldades da Celg, como relator da CPI, e pude constatar que um dos seus maiores problemas foi a má gestão da empresa, portanto, é evidente ressaltar que não há outra saída para a Celg senão a gestão compartilhada”, reforçou Aidar.
A outra questão, de acordo com o parlamentar, seria ponderar todos os detalhes dessa negociação. “A venda da usina de Cachoeira Dourada foi um dos fatores que mais causaram problemas para Celg e, por isso, essa Casa tem a responsabilidade de não repetir esse erro novamente. Temos de votar e aprovar esse projeto, mas sem apressar as coisas, para poder, até mesmo, responder por isso no futuro”, disse.