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Magistratura

25 de Março de 2010 às 12:18
Helder Valin recebe projeto de diretores da Associação dos Magistrados, que beneficia a magistratura goiana.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Helder Valin (PSDB), recebeu na manhã desta quinta-feira, 25, na sala da Presidência, um grupo de magistrados que compõem a diretoria da Associação dos Magistrados de Goiás (Asmego). Tendo como testemunhas os deputados Evandro Magal (PP), líder do Governo, Betinha Tejota (PSB), Paulo Cezar Martins (PMDB) e Tiãozinho Costa (PTdoB), Valim recebeu das mãos do primeiro vice-presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego), desembargador Walter Carlos Lemes, projeto de lei de interesse da classe.  

Walter Carlos Lemes, após a reunião com os deputados, disse que se trata de iniciativa que busca uma maior aproximação do Judiciário com o Legislativo, bem como com o Executivo, que envolve questões sociais. “Trata-se de um processo de interesse da Associação, projeto que já manifestamos anteriormente na nossa campanha, juntamente com nosso presidente, Átila Naves do Amaral”, salientou o primeiro vice-presidente da Asmego.  

Segundo o desembargador,  “agora, juntamente com o desembargador Jalles Ferreira da Costa, estamos dando continuidade a esse projeto de aproximação com o Legislativo e o Executivo, bem como de interesse da nossa própria classe”. Walter Lemes disse que a aprovação do projeto será de acordo com o acúmulo de serviço da Assembleia, dentro do seu cronograma próprio.  

Além de Walter Lemes e Jalles Ferreira da Costa, participaram do grupo os magistrados Roberto Horácio, Gilmar Coelho e Paulo César das Neves.  O teor do projeto é um pedido de autorização ao Poder Legislativo para que o Tribunal de Justiça de Goiás possa transferir à Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás, para fins de ajuste de caixa do Tesouro Estadual, a quantia de R$ 35 milhões, com recursos do Fundo de Reaparelhamento e Modernização do Poder Judiciário.  

Esse montante seria para efetuar pagamento de diferenças salariais dos magistrados já conquistadas em última instância judicial. “É um direito da classe”, sintetizou o deputado Evandro Magal.

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