A informática como processo de alfabetização de pessoas com síndrome de Down
* Ozair José é líder da bancada do PP na Assembleia Legislativa
Aproveito este espaço para cumprimentar a PUC-Goiás pela implementação do projeto “A informática como processo facilitador da alfabetização de pessoas com síndrome de Down – AlfaDown”, desenvolvido pelo Programa Educação e Cidadania, uma das extensões da universidade.
O momento é oportuno, pois comemorou-se dia 21 de março último o 51º aniversário da descoberta da síndrome de Down. O projeto da PUC tem como parceira a Associação Down de Goiás e o apoio da Superintendência de Ensino especial da Secretaria da Educação de Goiás.
O projeto tem por finalidade produzir, sistematizar e socializar o conhecimento elaborado na universidade, por meio da extensão, como também, elaborar e propor metodologias e instrumentos que qualifiquem a formação profissional e a inclusão social, pela Educação.
Distúrbio genético ocasionado pela presença total ou parcial de um cromossomo, a síndrome de Down se caracteriza por ocasionar dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico e aparência facial específicos em seus portadores.
A síndrome pode ser identificada logo após o nascimento e seus portadores apresentam dificuldades cognitivas que variam do retardamento mental leve a moderado (poucos portadores possuem retardo mental profundo). Também apresentam olhos amendoados, pescoços curtos e defeitos cardíacos congênitos, dentre outros.
A doença foi descrita pela primeira vez em 1862, pelo médico britânico John Landon Down, e sua causa genética foi descoberta em 21 de março de 1958, pelo médico francês, Jérôme Lejeune.
Segundo estudos na área de educação especial, as pessoas com a síndrome de Down apresentam o desenvolvimento cognitivo baixo. A literatura existente afirma que esse desenvolvimento ocorre em um ritmo lento e, embora a síndrome de Down seja uma consequência genética, ressalta que o ambiente sócio-cultural favorece e influencia o desenvolvimento de habilidades e capacidades da pessoa.
Diante dessa perspectiva, pode-se considerar que a riqueza do meio sócio-cultural vivenciado por essas pessoas pode contribuir para o desenvolvimento cognitivo. Nesse sentido, a proposta deste projeto torna-se relevante em poder criar um ambiente educacional com a utilização de recursos tecnológicos direcionados para facilitar o processo de alfabetização.
O AlfaDown, por contemplar também a participação dos acadêmicos da UCG (hoje PUC-Goiás), cria a oportunidade de se estudar a especificidade da alfabetização de pessoas com a síndrome de Down e de vivenciar a prática pedagógica relacionada à questões da educação inclusiva.
Cabe ainda destacar que a realização desta proposta possibilita o surgimento de um campo de pesquisa com o desenvolvimento de conhecimentos referentes às questões do processo de ensino-aprendizagem de crianças e adolescentes com necessidades especiais. Espaços condizentes com a função da Universidade enquanto instituição social e produtora de conhecimento.
Aproveito este espaço para cumprimentar a PUC-Goiás pela implementação do projeto “A informática como processo facilitador da alfabetização de pessoas com síndrome de Down – AlfaDown”, desenvolvido pelo Programa Educação e Cidadania, uma das extensões da universidade.
O momento é oportuno, pois comemorou-se dia 21 de março último o 51º aniversário da descoberta da síndrome de Down. O projeto da PUC tem como parceira a Associação Down de Goiás e o apoio da Superintendência de Ensino especial da Secretaria da Educação de Goiás.
O projeto tem por finalidade produzir, sistematizar e socializar o conhecimento elaborado na universidade, por meio da extensão, como também, elaborar e propor metodologias e instrumentos que qualifiquem a formação profissional e a inclusão social, pela Educação.
Distúrbio genético ocasionado pela presença total ou parcial de um cromossomo, a síndrome de Down se caracteriza por ocasionar dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico e aparência facial específicos em seus portadores.
A síndrome pode ser identificada logo após o nascimento e seus portadores apresentam dificuldades cognitivas que variam do retardamento mental leve a moderado (poucos portadores possuem retardo mental profundo). Também apresentam olhos amendoados, pescoços curtos e defeitos cardíacos congênitos, dentre outros.
A doença foi descrita pela primeira vez em 1862, pelo médico britânico John Landon Down, e sua causa genética foi descoberta em 21 de março de 1958, pelo médico francês, Jérôme Lejeune.
Segundo estudos na área de educação especial, as pessoas com a síndrome de Down apresentam o desenvolvimento cognitivo baixo. A literatura existente afirma que esse desenvolvimento ocorre em um ritmo lento e, embora a síndrome de Down seja uma consequência genética, ressalta que o ambiente sócio-cultural favorece e influencia o desenvolvimento de habilidades e capacidades da pessoa.
Diante dessa perspectiva, pode-se considerar que a riqueza do meio sócio-cultural vivenciado por essas pessoas pode contribuir para o desenvolvimento cognitivo. Nesse sentido, a proposta deste projeto torna-se relevante em poder criar um ambiente educacional com a utilização de recursos tecnológicos direcionados para facilitar o processo de alfabetização.
O AlfaDown, por contemplar também a participação dos acadêmicos da UCG (hoje PUC-Goiás), cria a oportunidade de se estudar a especificidade da alfabetização de pessoas com a síndrome de Down e de vivenciar a prática pedagógica relacionada à questões da educação inclusiva.
Cabe ainda destacar que a realização desta proposta possibilita o surgimento de um campo de pesquisa com o desenvolvimento de conhecimentos referentes às questões do processo de ensino-aprendizagem de crianças e adolescentes com necessidades especiais. Espaços condizentes com a função da Universidade enquanto instituição social e produtora de conhecimento.