Wellington Valim elogia o trabalho da Polícia no caso de Luziânia
O caso dos meninos desaparecidos de Luziânia chegou ao desfecho no final da semana passada. O pedreiro Admar de Jesus Silva foi preso no sábado, 10, por suspeita de matar os seis jovens. Conforme noticiou a imprensa neste fim de semana e nesta segunda-feira, 12, Admar confessou os assassinatos e indicou o local onde estão os corpos das vítimas.
O vice-presidente da Comissão de Organização dos Municípios e membro da Comissão de Segurança Pública, deputado Wellington Borges Valim (PT do B), elogiou o trabalho da Polícia nas investigações. “A Polícia fez um excelente trabalho. As pessoas querem que se resolva o mais rápido possível e, pela gravidade do caso, podemos dizer que está sendo solucionado em pouco tempo”, disse o deputado.
Dois cadáveres foram encontrados no sábado e os outros quatro na manhã de domingo, 11. Segundo Wellington Valim, a localização dos corpos deixa as famílias das vítimas mais amenizadas. “Alívio nunca vai ser para essas famílias, visto que seus entes queridos foram mortos brutalmente, mas, com certeza, elas ficarão mais amenizadas.”
Admar de Jesus Silva, de 40 anos, já cumpriu pena em Brasília por crimes de pedofilia. Ele estava sendo investigado pela Polícia há dez dias, desde que um parente seu começou a usar o telefone celular de uma das vítimas. Entre dezembro de 2009 e janeiro deste ano, os seis adolescentes desapareceram em Luziânia, cidade a 66 quilômetros de Brasília. Os jovens, todos meninos, tinham entre 13 e 19 anos e não se conheciam.