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Evandro Magal relembra história e importância do jornal "O Hoje"

15 de Abril de 2011 às 09:19

Durante discurso realizado na sessão especial em homenagem ao jornal "O Hoje", na manhã desta sexta-feira, 15, o deputado Evandro Magal (PP) recordou a história do jornal e destacou o papel do jornalista José Allaesse Lopes, diretor e editor-geral do veículo. 

"Foi com um intuito soberano que o defensor da liberdade de expressão, o jornalista José Allaesse, ergueu sobre bases sólidas o jornal 'O Hoje'. O nome grandioso, um advérbio de tempo precedido por vigoroso artigo, mostra a preocupação deste homem em relatar seu instante, compreender seu espaço e expandir para além das fronteiras de Goiás as notícias que brotam todos os dias das ruas, dos púlpitos, dos gabinetes, dos mercados econômicos do Brasil Central", ressaltou.

O parlamentar reconheceu o trabalho de todos que compõem a equipe do jornal. "'O Hoje' é um jornal colossal quando se tem por escala a qualidade de seus repórteres, editores e articulistas e ainda maior quando se mede a vontade de atender o leitor com jornalismo puro, direto, preciso e eficaz. Suas páginas contêm informações apuradas, isentas de conteúdo político tendencioso. Seus artigos preservam a opinião sem o ‘puxa-saquismo' típico dos bajuladores do Poder e suas análises políticas, econômicas e sociais seguem um rigor quase cientifico."

Evandro Magal ainda, destacou a inserção do "O Hoje" na história do jornalismo impresso. "Da sede do jornal, desabrochou nas rotativas um periódico que já tem suas páginas fundidas com a história do jornalismo impresso em Goiás e no Brasil. A distribuição correta e direcionada de todos os 23 mil e 500 exemplares que deixam as rotativas toda madrugada. Eles seguem por carro, por ônibus, por motocicletas e vans para exatos 243 municípios", informou.

A importância da comunicação social como um instrumento da democracia também foi enfatizada pelo parlamentar. "Ela é um dos mecanismos mais eficazes para melhorar a vida do nosso povo. É através do jornal, do rádio, da televisão que o cidadão pode se manifestar, criticar o governante irresponsável e se fazer ouvir quando falta remédio no posto de saúde e sobram buracos nas ruas. É o microfone do rádio, a tinta do jornal e a câmera da televisão que amparam aqueles que pagam, a altos percentuais, os impostos e taxas que sustentam o Estado."

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