Sindsaúde faz reunião no Auditório Costa Lima da Assembleia
O Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde de Goiás (Sindsaúde) promoveu nesta terça-feira, 3, no Auditório Costa Lima da Assembleia, reunião para discutir a possibilidade de paralisação dos trabalhadores em função de determinadas reivindicações que, segundo a presidente da entidade, não estão sendo atendidas pelo Governo do Estado. A deliberação sobre a greve foi tomada em reunião do Fórum de Defesa dos Servidores Públicos.
De acordo com Fátima Veloso os principais pontos são relativos a pagamento parcelado dos salários; datas-base; Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado de Goiás (Ipasgo); funcionários do Estado cedidos ao município de Goiânia; a terceirização de unidades de saúde; a abertura do Hospital Regional de Santa Helena; e a questão da violência que os funcionários vêm sofrendo nas unidades de saúde.
Os membros do Sindicato votaram a favor do que foi deliberado pelo Fórum e a paralisação deverá ter início no dia 25 de maio, em função de dois principais motivos que são o pagamento em parcela única e o reajuste da data-base.
Durante o encontro foi lançado, no Estado de Goiás, pela secretária de mulheres do Sindsaúde de São Paulo, Célia Regina Costa, a cartilha “Assédio Moral e Saúde do Trabalhador”.
Ipasgo
Outro assunto que esteve na pauta foi a situação do Ipasgo. O deputado Mauro Rubem (PT) informou que já possui as assinaturas necessárias para a instalação da CPI que foi proposta através de requerimento em Plenário com o intuito de verificar como a forma das gestões influenciaram o desequilíbrio financeiro.
O parlamentar elogiou a iniciativa dos sindicatos em promover ações em busca da valorização dos funcionários públicos.
Ele cobrou ainda solução para uma decisão do Governo Estadual que determinou que cerca de 450 servidores do antigo Crisa, atualmente recebendo pela Agetop, que exercem atribuições ou funções da área operacional em municípios do interior do Estado terão que se apresentar na sede do órgão em Goiânia.
De acordo com Fátima Veloso os principais pontos são relativos a pagamento parcelado dos salários; datas-base; Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado de Goiás (Ipasgo); funcionários do Estado cedidos ao município de Goiânia; a terceirização de unidades de saúde; a abertura do Hospital Regional de Santa Helena; e a questão da violência que os funcionários vêm sofrendo nas unidades de saúde.
Os membros do Sindicato votaram a favor do que foi deliberado pelo Fórum e a paralisação deverá ter início no dia 25 de maio, em função de dois principais motivos que são o pagamento em parcela única e o reajuste da data-base.
Durante o encontro foi lançado, no Estado de Goiás, pela secretária de mulheres do Sindsaúde de São Paulo, Célia Regina Costa, a cartilha “Assédio Moral e Saúde do Trabalhador”.
Ipasgo
Outro assunto que esteve na pauta foi a situação do Ipasgo. O deputado Mauro Rubem (PT) informou que já possui as assinaturas necessárias para a instalação da CPI que foi proposta através de requerimento em Plenário com o intuito de verificar como a forma das gestões influenciaram o desequilíbrio financeiro.
O parlamentar elogiou a iniciativa dos sindicatos em promover ações em busca da valorização dos funcionários públicos.
Ele cobrou ainda solução para uma decisão do Governo Estadual que determinou que cerca de 450 servidores do antigo Crisa, atualmente recebendo pela Agetop, que exercem atribuições ou funções da área operacional em municípios do interior do Estado terão que se apresentar na sede do órgão em Goiânia.