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Coronel da PM chama atenção de líderes de torcida para a responsabilidade

10 de Maio de 2011 às 11:02

Presente na audiência que debate projeto de lei nº 1.766/11, do deputado Carlos Antônio (PSC), sobre o fim das torcidas organizadas, o Coronel Jorge Renato da Costa Azeredo cobrou responsabilidade dos líderes de torcidas para que a única medida de contenção à violência não seja o fim das mesmas.

O coronel disse que a Polícia Militar não é contra as torcidas, mas sim ao fato destas não serem realmente organizadas como traz o nome. “A partir do momento em que se tornarem realmente organizadas, com o cadastro e seleção dos sócios, acompanhamento das atitudes e demais ações que se espera de um grupo dito organizado, nós estaremos contentes com a presença destas nos estádios”, destacou.

Jorge Renato lembrou que não existe futebol sem a torcida e que o espetáculo precisa da mesma. Assim, segundo ele, são necessários algumas medidas para que a paz possa prevalecer nos estádios. “Primeiramente é necessário que o estatuto do torcedor seja cumprido, acabando com a impunidade. Depois, como já disse, que as torcidas organizadas se tornem um grupo de torcedores e nada mais, organizados e comprometidos apenas com o espetáculo do futebol” sugeriu.

Por fim o coronel parabenizou os líderes das torcidas do Goiás e do Atlético, que no último fim de semana, segundo ele, deram um exemplo de civilidade durante o jogo no qual seus times se confrontaram. "Aquele jogo foi um exemplo de como as coisas devem acontecer. Facilitou o nosso serviço e beneficiou ao futebol e a toda sociedade", finalizou.

A audiência está sendo realizada, na manhã desta terça-feira, 10, no auditório Costa Lima da Assembleia.

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