Humberto Aidar diz que Milton Neves valoriza a história do futebol
Em discurso pronunciado na sessão especial desta sexta-feira, 3, para a entrega de medalhas do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira, e do Título de Cidadão Goiano ao jornalista Milton Neves Filho e ao professor José Hidasi, o deputado Humberto Aidar (PT) destacou a importância do jornalista para a história do futebol brasileiro.
"O que acho mais interessante no trabalho deste novo cidadão goiano é sua luta pela valorização e preservação do maior patrimônio do futebol brasileiro. E neste país onde dificilmente se respeita quem construiu, quem primeiro abriu caminho na estrada por onde passamos, valorizar e prestigiar os jogadores do passado, trazer de volta os nossos ídolos de antigamente, é uma atitude louvável e um belo exemplo a ser seguido não apenas no futebol, mas em todas as áreas da atividade humana", disse o parlamentar.
Aidar destacou que o futebol no Brasil é tão grande que gera craques dentro e fora de campo. "São craques que não usam chuteiras, nem calção, nem meiões. Um desses ídolos que o futebol produziu ao longo do tempo é o nosso homenageado de hoje, um pioneiro da mídia eletrônica. Boa parte da população conhece a sua forma divertida de tratar o futebol", afirmou.
Milton já recebeu títulos de cidadania em várias regiões do País, como o de Teresinense, Sorocabano, Paulistano, Matogrossense e Alfenense. "Ele sabe como poucos, exaltar as belezas e as potencialidades de cidades, Estados e regiões fora do eixo Rio-São Paulo, mostrando a grandeza de um Brasil que parte da mídia insiste em não mostrar. Mas tenho certeza que esse título de cidadão goiano é diferenciado, pois tem a aprovação e a assinatura dos deputados desta Casa, e o carinho, o respeito e a admiração de mais de 6 milhões de goianos", destacou Aidar.
O parlamentar representou durante a sessão o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Jardel Sebba (PSDB). O autor da homenagem ao jornalista é o ex-deputado Afrêni Gonçalves, pela Lei de Outorga nº 14.523, de 22 de setembro de 2003, tendo o processo reaberto a pedido de Jardel Sebba.