Irmã Rita acredita que parceria do Estado com organizações sociais é viável
Uma das participantes da audiência pública promovida pelo deputado Hélio de Sousa (DEM) que debate, nesta terça-feira, 7, a contratação de Organizações Sociais de Saúde (OSS) para administrar unidades hospitalares no Estado de Goiás, está a administradora do Hospital de Urgências Dr. Henrique Santillo em Anápolis (Huana), Irmã Rita. Ela apresentou vários dados e peculiaridades da unidade que, afirma, é exemplo de excelência e satisfação na região.
Irmã Rita explicou que o Huana é gerido pela Fundação de Assistência Social de Anápolis (Fasa), pessoa jurídica de direito privado, filantrópica, sem fins lucrativos, e instituída por escritura pública de 12 de julho de 1946. “Portanto, o único lucro que buscamos com esse trabalho é a vida, é a saúde de nossos pacientes”, disse.
A irmã franciscana esclareceu que a Fasa administra outras quatro instituições em sistema de parceria. Ela afirma que o modelo permite um melhor gerenciamento dos recursos e consequente melhoria do resultado final do serviço prestado. “Temos várias vantagens que nos permitem um melhor gerenciamento da unidade de saúde.”
Dentre estas vantagens, Irmã Rita pontuou a contratação com carteira de trabalho, em regime celetista, que dá direito a selecionar pessoas cujo perfil atenda as necessidades do hospital; a isenção de licitações, que permite a tomada de preços isenta da burocracia do processo licitatório; um menor custo operacional; maior rigor nas compras; e menores gastos com recursos humanos.
A administradora do Huana destacou ainda a gestão rigorosa nos custos e na qualidade dos serviços oferecidos; a possibilidade de controlar mais de perto os gastos permitindo um menor custo paciente/dia e maior conservação dos equipamentos. Todas estas características, segundo ela, permitem uma otimização de resultados.
“Conseguimos assim uma maior satisfação dos clientes, redução na média de permanência, baixos índices de infecção hospitalar, e economia de cofres públicos, além ainda da garantia da aplicação dos recursos, pois somos auditados por instituições públicas, privadas e próprias”, ressaltou Irmã Rita.
Irmã Rita explicou que o Huana é gerido pela Fundação de Assistência Social de Anápolis (Fasa), pessoa jurídica de direito privado, filantrópica, sem fins lucrativos, e instituída por escritura pública de 12 de julho de 1946. “Portanto, o único lucro que buscamos com esse trabalho é a vida, é a saúde de nossos pacientes”, disse.
A irmã franciscana esclareceu que a Fasa administra outras quatro instituições em sistema de parceria. Ela afirma que o modelo permite um melhor gerenciamento dos recursos e consequente melhoria do resultado final do serviço prestado. “Temos várias vantagens que nos permitem um melhor gerenciamento da unidade de saúde.”
Dentre estas vantagens, Irmã Rita pontuou a contratação com carteira de trabalho, em regime celetista, que dá direito a selecionar pessoas cujo perfil atenda as necessidades do hospital; a isenção de licitações, que permite a tomada de preços isenta da burocracia do processo licitatório; um menor custo operacional; maior rigor nas compras; e menores gastos com recursos humanos.
A administradora do Huana destacou ainda a gestão rigorosa nos custos e na qualidade dos serviços oferecidos; a possibilidade de controlar mais de perto os gastos permitindo um menor custo paciente/dia e maior conservação dos equipamentos. Todas estas características, segundo ela, permitem uma otimização de resultados.
“Conseguimos assim uma maior satisfação dos clientes, redução na média de permanência, baixos índices de infecção hospitalar, e economia de cofres públicos, além ainda da garantia da aplicação dos recursos, pois somos auditados por instituições públicas, privadas e próprias”, ressaltou Irmã Rita.