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Representantes de secretarias destacam importância de ações integradas

10 de Junho de 2011 às 11:36

Em continuidade ao 1º Seminário do Comitê Gestor Interinstitucional de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas que acontece nesta sexta-feira 10, na Assembleia Legislativa, a mesa-redonda discute ações. O representante da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Aldo Zaiden, levantou alguns dados e afirmou que o desafio é agir de forma intersetorial e não isoladamente. Para ele quando se fala em crack remete-se, automaticamente, à superlotação do sistema prisional e declara ser antiprisional.

Para o representante da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, Aldo Costa Azevedo, deve haver separação entre usuário e traficante. Ele destacou planos do Governo federal e defende a integração setorial e a descentralização das ações sobre drogas.

"As estratégias de Governo baseiam-se em diagnóstico, capacitação e projetos estratégicos. Em 2006 foi lançado o programa de ações integradas na prevenção ao uso de drogas e violência. Deve haver mobilização, prevenção e intervenção", explica Aldo.

A Política Nacional Sobre Drogas (PNAD) prioriza ações de prevenção e valoriza abordagens comunitárias e redes sociais. "Não adianta trabalhos isolados, o problema é relacional."

Segundo Aldo Azevedo, o governo atualizou ações que eram voltadas mais para a repressão, para prender principalmente usuários pensando na redução da oferta de drogas. Para ele, a polícia tem que trabalhar em todas as áreas, da oferta ao tráfico e ao combate à violência.

Após as explanações da mesa-redonda, foi aberta discussão para o público formado por assistentes sociais e demais representantes do setor.

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