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Daniel Messac discursa em celebração da Igreja Assembleia de Deus no Brasil

20 de Junho de 2011 às 20:43

Em seu discurso, Daniel Messac ressaltou que essa é uma iniciativa para reconhecimento da Assembleia de Deus, pelos relevantes serviços espirituais e sociais prestados por esta Igreja ao Estado. Por iniciativa do deputado, a Assembleia Legislativa promoveu, nesta segunda-feira, 20, no Plenário Getulino Artiaga, sessão especial em comemoração aos 100 anos da Instituição no Brasil.

Daniel Messac aproveitou para fazer uma retrospectiva histórica da Igreja, citando a vinda do pastor Gunnar Vingren e do seu irmão apostólico Daniel Berg ao Brasil, mais especificamente à Belém, no Pará, guiados por uma revelação profética. “O trabalho deles produzia os primeiros frutos. Deus operava milagres. Pessoas eram salvas. Curadas. Batizadas com o Espírito Santo e a doutrina pentecostal aceita por todos os que ouviam as mensagens ungidas e poderosas que eram ministradas”, revelou.

“Muitos questionam porque a Igreja Assembleia de Deus começou no norte do pais, em Belém do Para, e não no eixo São Paulo-Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife ou Salvador. Mas os missionários estavam conscientes de que deveriam alcançar não só as pequenas cidades do norte brasileiro, mas também as grandes cidades e todas as regiões do Brasil”, explicou Daniel Messac.

O parlamentar relembrou ainda que foi o jovem Paulo Macalão que estabeleceu a sede do seu Ministério em Madureira, bairro do Rio de Janeiro. Segundo ele, Goiás foi descoberto pela mensagem Pentecostal por homens como Antonio Moreira, Antonio Inacio de Freitas, Antonio Mateus, Albino Boaventura, Jaime Antonio de Souza, que não mediram esforços para levar a palavra de Deus a todos os necessitados, resultando numa Igreja prospera.

“A história não terminou, a historia continua. Estamos no meio dela. Há muito para ser feito ainda e essa Igreja vitoriosa venceu 100 anos e outros 100 a espera. Milhões serão salvos e o nome do Senhor Jesus Cristo continuara sendo proclamado, aclamado, louvado, reverenciado e adorado”, concluiu Daniel Messac.

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