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"Saldo em contas deixado pelo Governo anterior era fictício", diz Jayme Rincon

28 de Junho de 2011 às 10:09

Em depoimento na CPI que investiga possíveis irregularidades no último ano do governo Alcides Rodrigues (PP), o presidente da Agetop, Jayme Rincon, afirma que quando assumiu a direção da Agência, encontrou disponíveis nas contas do Estado R$ 53 milhões para serem aplicados em convênio entre Agetop e Secretaria de Saúde, e R$ 78 milhões entre Agetop e Secretaria de Educação, quantias estas que seriam suficientes para que o Estado pudesse atingir os porcentuais exigidos pela Constituição Federal para cada uma dessas áreas.

Mas, segundo Jayme Rincon, estas verbas só existem contabilmente, pois não estão disponíveis em nenhuma conta do Estado.

O presidente da Agetop informa que, em 2005, a Iquego apresentava um faturamento de R$ 63 milhões, já em 2010, esse valor caiu para R$ 29 milhões.

Rincon apresenta também informações sobre a Metrobus. Segundo ele, a folha de pagamento da estatal em março de 2006 era R$ 1.262.000,620 e, em dezembro de 2006 passou para R$ 2.467.105,37. O número de veículos parados em março de 2006 era 12, numa frota total de 101. Em dezembro de 2010, eram 47 veículos parados, num total de 107 ônibus.

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