Francisco Júnior defende criação de um fundo para transporte coletivo
O deputado Francisco Júnior (PMDB) defende subsídio para o transporte coletivo. "Precisamos alcançar urgente um novo estágio de desenvolvimento do transporte público, sobretudo da Região Metropolitana de Goiânia, para evitar o risco iminente de que o fluxo de pessoas e veículos se torne impeditivo para uma melhor qualidade de vida", ressalta.
Francisco Júnior defende a proposta de um fundo para o transporte público. "O subsídio da passagem seria seu grande foco, mas a sua intenção é maior, buscando garantir e direcionar recursos para investimentos na malha viária e na infraestrutura da Região Metropolitana, que atende mais de 40% da população de todo o Estado", salienta o parlamentar. Ele lembra que o subsídio foi a forma encontrada para se viabilizar um serviço de qualidade, que estimule a população a não utilizar os veículos próprios no dia a dia.
"O usuário não pode mais ser o responsável solitário por um sistema que não atende às suas expectativas e que se torna cada vez mais caro. Um estudo recente do Ipea apontou que a subvenção é o ponto principal que deve ser discutido no transporte coletivo hoje, e é a principal alternativa para que o serviço se mantenha adequado à realidade econômica da população", coloca Francisco Júnior, que é mestre em Planejamento e Desenvolvimento Territorial e ex-secretário de Planejamento da Prefeitura de Goiânia.
Para o deputado, um fundo com "verbas carimbadas" em prol da concretização dos planejamentos urbanos instituídos pelos Planos Diretores de cada município, principalmente o da Capital, por sua abrangência, se faz necessário. "Com destinação específica e pré-determinada, os recursos serão instrumentos reais de interferência na área urbana, tirando do papel ações e obras importantes hoje paradas, como a implantação dos eixos de desenvolvimento e dos corredores prioritários do transporte coletivo, por exemplo", frisou.
Francisco Júnior esclarece que "a arrecadação de recursos para o fundo tem inúmeras possibilidades, algumas muito pouco complicadas. Entre elas, estão a utilização de parte do Fundo de Transporte estadual, que é financiado pelo ICMS da gasolina; a destinação de recursos obtidos com os estacionamentos em locais controlados pelo Poder Público, como a área azul; e o repasse de uma parcela do que é arrecadado com o IPVA e as infrações de trânsito".
Francisco Júnior defende a proposta de um fundo para o transporte público. "O subsídio da passagem seria seu grande foco, mas a sua intenção é maior, buscando garantir e direcionar recursos para investimentos na malha viária e na infraestrutura da Região Metropolitana, que atende mais de 40% da população de todo o Estado", salienta o parlamentar. Ele lembra que o subsídio foi a forma encontrada para se viabilizar um serviço de qualidade, que estimule a população a não utilizar os veículos próprios no dia a dia.
"O usuário não pode mais ser o responsável solitário por um sistema que não atende às suas expectativas e que se torna cada vez mais caro. Um estudo recente do Ipea apontou que a subvenção é o ponto principal que deve ser discutido no transporte coletivo hoje, e é a principal alternativa para que o serviço se mantenha adequado à realidade econômica da população", coloca Francisco Júnior, que é mestre em Planejamento e Desenvolvimento Territorial e ex-secretário de Planejamento da Prefeitura de Goiânia.
Para o deputado, um fundo com "verbas carimbadas" em prol da concretização dos planejamentos urbanos instituídos pelos Planos Diretores de cada município, principalmente o da Capital, por sua abrangência, se faz necessário. "Com destinação específica e pré-determinada, os recursos serão instrumentos reais de interferência na área urbana, tirando do papel ações e obras importantes hoje paradas, como a implantação dos eixos de desenvolvimento e dos corredores prioritários do transporte coletivo, por exemplo", frisou.
Francisco Júnior esclarece que "a arrecadação de recursos para o fundo tem inúmeras possibilidades, algumas muito pouco complicadas. Entre elas, estão a utilização de parte do Fundo de Transporte estadual, que é financiado pelo ICMS da gasolina; a destinação de recursos obtidos com os estacionamentos em locais controlados pelo Poder Público, como a área azul; e o repasse de uma parcela do que é arrecadado com o IPVA e as infrações de trânsito".
"Chegamos em um ponto decisivo, em que a mobilidade em Goiânia está a um passo de se tornar um problema irremediável. É hora de ação, de estimular a população à mudança de comportamento pelo uso do transporte coletivo. Algo que só ocorrerá com investimentos e a percepção de que o Poder Público realmente encara o ser humano e a sua qualidade de vida como sua prioridade", conclui.