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Cidadão Participativo Itinerante

05 de Novembro de 2013 às 10:36
Crédito: Y. Maeda
Cidadão Participativo Itinerante
Colégio Estadual João Bênnio
Colégio Estadual João Bênio, no Jardim Curitiba 3, recebe o programa na manhã desta 3ª-feira, 5, e estudantes fazem denúncias.

A 17ª edição do programa Cidadão Participativo Itinerante da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) foi realizada na manhã desta terça-feira, 5, no Colégio Estadual João Bênio, no Jardim Curitiba 3, em Goiânia. Cerca de 150 alunos assistiram à exposição do programa, aprovaram a iniciativa da Alego, tanto que fizeram quase uma dezena de ocorrências, apontando as principais carências da escola e do bairro.

Antes da exposição do programa Cidadão Participativo Itinerante foi constituída a mesa dos trabalhos: Carlos Santillo, diretor Legislativo da Alego; professor  Nilson Resplandes Santos, diretor do colégio anfitrião; professora Tânia Regina Isac, vice-diretora; Gislanda Fátima de Barros, coordenadora da Escola do Legislativo; e Andrey Azeredo, coordenador do programa Cidadão Participativo Itinerante.

Carlos Santillo, em nome do deputado Helder Valin (PSDB), presidente da Alego, falou da importância do Cidadão Participativo na promoção de cidadania através da internet. Lembrou que o programa foi criado pelos servidores da área de Tecnologia da Informação (TI) da Casa, praticamente sem ônus para o Legislativo. E destacou os resultados obtidos até agora com as 16 visitas realizadas, sendo 12 a colégios de Goiânia e quatro de Aparecida de Goiânia.

Santillo fez a doação do livro “O Olhar, a Voz e a Casa de um Povo”, que conta a história da Alego, à biblioteca do Colégio Estadual João Bênio. Em seguida, fez uso da palavra o diretor Nilson Resplandes, que deu as boas vindas à equipe do Cidadão Participativo e demais visitantes, agradecendo a oportunidade de conhecer o programa. Ele ressaltou a importância daquele momento e pediu atenção dos alunos à exposição que seria feita em seguida.

Andrey Azeredo fez a exposição do Cidadão Participativo Itinerante, inclusive salientando detalhes do programa com a ajuda de um telão. Enfatizou a determinação do presidente da Alego, deputado Helder Valin, de levar o programa inicialmente aos estudantes por entender que são formadores de opinião e os futuros líderes, especialmente políticos.

O coordenador frisou que a iniciativa de Valin tem alcançado seu objetivo de aproximar o Legislativo estadual da população. “Os deputados têm atendido importantes demandas do povo, através das denúncias e reivindicações registradas no Cidadão Participativo Itinerante, contribuindo, assim, com certeza, para melhoria da qualidade de vida no Estado de Goiás.”

E, depois de pegar um aluno voluntário – Igor Coelho da Costa, 16 anos, do 3º ano – para fazer uma ocorrência tem tempo real, Andrey Azeredo conclamou os alunos a fazerem ocorrências dos assuntos pertinentes que estão os incomodando, seja na escola, seja no bairro. Entre os estudantes que registraram ocorrências, destacamos: Amanda Dias, 16, 2º ano; Danilo Assis, 16, 1º ano; Eduarda Etelvina, 17, 3º ano; Amanda Joventina, 17, 3º ano; Tamíres Pereira, 15, 1º ano/ e Thalitas Borges, 14, 8º ano.

Igor Coelho falou da iluminação precária no bairro, notadamente na Avenida do Povo, onde faltam lâmpadas e as que existem ficam apagadas, tornando a rua perigosa. Os demais alunos denunciaram a falta de segurança e garantiram que a violência e o tráfico de drogas aumentaram bastante na região. Solicitaram também melhorias no lanche da escola e a cobertura da quadra de esportes.

Ainda nesta semana, o Cidadão Participativo Itinerante visitará duas outras instituições de ensino de Goiânia, sempre a partir das 8h30. A Escola Estadual Dom Fernando I, no Jardim Dom Fernando I, receberá o programa na quarta-feira, 6; já o Colégio Estadual Major Oscar Alvelos, situado no Parque Atheneu, acolhe a visita do Cidadão Participativo na quinta-feira, 7.

Programa

O Cidadão Participativo Itinerante atende aos mais diversos segmentos sociais pela facilidade de locomoção. O Legislativo dispõe de um micro-ônibus caracterizado com as cores do programa, equipado com tablets, smartphones e computadores em redes sem fio. Nesses equipamentos, os cidadãos podem fazer as denúncias, críticas e sugestões sobre os problemas existentes na sua região.

Os dados coletados são, então, encaminhados para as comissões temáticas da Assembleia Legislativa, e podem servir como subsídio para a elaboração de projetos de leis e realização de audiências públicas. O cidadão que participa recebe um número de protocolo, pelo qual terá uma resposta para sua demanda.

A população também pode ter acesso ao programa, baixando o aplicativo do Cidadão Participativo, que é gratuito, disponível para iPhone e Andróide desde 2012. Pelo computador ou notebook, também é possível acessar pelo endereço: http://al.go.leg.br/cidadaoparticipativo.  

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