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Major Araújo tece críticas ao Governo estadual em discurso da tribuna

17 de Fevereiro de 2014 às 15:34

Da tribuna, o deputado Major Araújo (PRP), em seu discurso durante a sessão solene de abertura da 17ª legislatura, que transcorre no Plenário Getulino Artiaga, dirigiu críticas ao Governo estadual.

Inicialmente, o parlamentar cumprimentou os deputados presentes. Também dirigiu-se ao um grupo de pessoas nas galerias que protestava contra a contratação de policiais temporários na PM. 

O deputado lamentou a persistência do que classificou de "um modelo que é arremedo de federação": "democracia, liberdade, direitos, autonomia nos fazem crer no conceito de evolução humana, mas esses termos são manipulados para justificar práticas que pervertem seu sentido original", ponderou.

O parlamentar afirmou que, em Goiás, persiste um modelo híbrido de feudalismo e absolutismo, e criticou o que qualificou de "desmonte" da carreira de professores e dos profissionais de saúde goianos. "As recentes greves da UEG colocam em evidência o desmonte da educação em Goiás", acrescentou.

Major Araújo criticou, ainda, o sucateamento da segurança pública em Goiás, que supostamente havia culminado com a greve dos policiais civis, ao final de 2013. "Hoje, Goiânia é a 28ª cidade mais violenta do mundo", denunciou o parlamentar, apontando como causa as condições precárias das delegacias goianas.

O parlamentar também lamentou a tributação e controle excessivos que estariam sufocando as empresas goianas, impedindo a sua sobrevivência, e criticou, em seguida, a crise da Celg, atribuindo-a a ações irresponsáveis do Governo Estadual.

"O controle do Governo sobre esta Casa é uma infâmia; o controle do Legislativo, através das emendas parlamentares, evidenciam como o poder feudal instala-se em um mecanismo de poder democrático", concluiu.

 

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