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Mauro Rubem fala sobre a situação do trabalho escravo no País

10 de Março de 2014 às 20:35

Coautor da propositura da sessão solene desta noite, o deputado Mauro Rubem (PT) refletiu sobre a Campanha da Fraternidade 2014, promovida pela Confederação Nacional dos Bispos (CNBB). A solenidade acontece na noite desta segunda-feira, 10, no Plenário Getulino Artiaga.

A campanha deste ano tem como tema "Fraternidade e Tráfico Humano", com o lema: "É para a Liberdade que Cristo nos Libertou".

O petista, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa, afirmou que o tráfico de pessoas representa um dos maiores atentados à dignidade da pessoa humana.

"Muitos levantam a palavra em favor da liberdade, mas no Congresso, parlamentares se recusam a votar a PEC do trabalho escravo", criticou.

"Quando falamos em tráfico de pessoas, denunciamos um mal que transforma pessoas em coisas e objetos", disse o petista, que acredita na existência de trabalhadores vivendo em condições de trabalho análogas às da escravidão em Goiás, especialmente em lavouras produtoras de cana-de-açúcar destinadas à produção de álcool. Diante desse quadro, o petista defendeu a desapropriação de terras onde for verificada a incidência de trabalho escravo.

Mauro Rubem também procedeu ao relato de casos de prostituição, envolvendo o tráfico ilegal de mulheres goianas para países europeus como a Espanha.

"O mundo que queremos é o mundo da liberdade, onde cada ser humano possa viver plenamente. Que todos nós sejamos semeadores desta campanha", concluiu.

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