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Audiência sobre a Celg é aberta na Assembleia

11 de Março de 2014 às 09:39

Acaba de ser aberta, nesta terça-feira, 11, no Auditório Costa Lima, audiência pública, proposta pelo presidente da Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa, deputado Simeyzon Silveira (PSC), para debater a destinação de recursos da Companhia Energética de Goiás (Celg).

Fazem parte da mesa de debates, além do parlamentar; o deputado Júlio da Retífica (PSDB); o presidente da Celg Distribuição, Leonardo Lins de Albuquerque; o promotor de justiça do Ministério Público do Estado de Goiás, Fernando Krebs; o diretor administrativo da Stiueg, Eliomar Palhares; e o superintendente de fiscalização econômico Financeira da Aneel, Antônio Araújo da Silva.

Compõem a mesa ainda o vice presidente da Faeg, Bartolomeu Ferreira; o representante da Câmara de Dirigentes Lojistas do Estado de Goiás, Euclides Barbo Siqueira; o presidente do Sindilojas, José Carlos Palma Ribeiro; e o presidente da Federação de Indústria do Estado de Goiás, Pedro Alves de Oliveira.

Durante a abertura dos trabalhos, Simeyzon destacou que a audiência ocorre em um momento importante no qual ocorre uma tentativa de recuperação da Companhia. “O importante é sairmos daqui com encaminhamentos que possam colaborar com esse projeto”, exaltou o parlamentar.

O deputado destacou ainda que a presença das inúmeras entidades na audiência é importante para compor uma frente importante em favor da Celg. “Não temos mais o direito de errar com a Celg. Executivo, legislativo e todos aqui presentes temos a responsabilidade de encontrar um caminho e não apontar erros do passado”.

Simeyzon propôs ainda durante a abertura que seja criado um fórum permanente de discussões das questões da Celg. “Este fórum tentaria, entre outras coisas, despolitizar as questões da Companhia. As entidades envolvidas neste fórum têm a capacidade de opinar em todas as decisões que envolverem a Celg, inclusive nos projetos que a esta Casa chegarem”.

Em relação ao fórum proposto, o parlamentar disse ainda que os componentes do mesmo tratariam de maneira isenta as questões e alimentariam com informações ricas, em debates, a Assembleia no papel decisivo de votação dos projetos referentes à Celg, deixando de lado as decisões tomadas apenas com olhar de oposição ou situação.

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