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Transporte coletivo

24 de Março de 2014 às 12:46
Crédito: Marcos Kennedy
Transporte coletivo
Transporte coletivo região metropolitana
Audiência pública proposta por Francisco Júnior e Bruno Peixoto colhe sugestões para melhoria no sistema da Grande Goiânia.

Nesta segunda-feira, 24, durante toda a manhã, no Auditório Solon Amaral da Assembleia Legislativa de Goiás, foi realizada audiência pública para debater as condições do transporte coletivo na região metropolitana de Goiânia e as alterações propostas pelo projeto de lei nº 753/14, em tramitação na Casa de Leis. A iniciativa é dos deputados Francisco Júnior (PSD) e Bruno Peixoto (PMDB).

O encontro discutiu também as mudanças na composição da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC). Atualmente a presidência é atribuída ao secretário de Estado da Região Metropolitana. A proposta retira do Governo do Estado a responsabilidade de presidir a CDTC, que responde pelo transporte de toda a Rede Metropolitana de Transportes Coletivos  - RMTC.

Também foi discutida a questão envolvendo um possível reajuste da tarifa do transporte para os próximos meses.

Atual presidente da CDTC e secretário estadual de Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos, João Balestra deu graças a Deus pelo fato de que hoje existe uma consciência de que o problema do transporte coletivo é de todos. Frisou que a Assembleia é soberana na discussão e aprovação do projeto de lei da Governadoria do Estado e que estará sempre à disposição dos deputados para debater alterações no mesmo.

Balestra assegurou que tanto o governador Marconi Perillo quanto ele vai acatar o que o Legislativo decidir para melhoria da qualidade do transporte coletivo na região Metropolitana de Goiânia, que envolve 19 municípios.

João Balestra fez uso da palavra depois que falaram os deputados Bruno Peixoto, Francisco Júnior, Luis Cesar Bueno (PT) e Francisco Gedda (PTN), bem como autoridades interessadas na questão, a exemplos de três prefeitos de municípios da região Metropolitana (Teresópolis, Santo Antônio e Guapó), de  Helenir Queiroz, presidente da Acieg; Décio Caetano, presidente da Setransp; enfim de representantes do Fórum Empresarial, do Fórum de Mobilidade Urbana, estudantes e usuários do sistema de modo geral.

Patrícia Veras, presidente da CMTC, foi a penúltima a discursar e falou da importância do modelo de transporte utilizada na região metropolitana de Goiânia, que, segundo ela, serve de exemplo no País. Contudo, admitiu que ele precisa, sim, de adequações e que esse é o momento de fazê-las, aproveitando a boa vontade do governador Marconi Perillo.

A discussão sobre o transporte coletivo na região metropolitana de Goiânia segue na Assembleia Legislativa, especialmente com a tramitação do projeto de lei nº 753/14. João Balestra adiantou que o governo estadual está trabalhando a extensão do eixo Anhanguera até Senador Canedo, Goianira e Trindade, inclusive com aquisição de mais 30 ônibus novos. Francisco Gedda sugeriu a implantação do metrô subterrâneo, ainda que em três etapas. E falou da impossibilidade de implantar o VLT no eixo Anhanguera.

Várias opiniões foram emitidas, com sugestões que foram anotadas por Francisco Júnior e Bruno Peixoto, que asseguraram que vão debater todas elas durante a tramitação do projeto de lei que busca melhorias no transporte coletivo da Grande Goiânia.

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