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Assembleia encaminha ao Executivo autógrafo de lei da Reforma Administrativa

03 de Dezembro de 2014 às 17:04
Crédito: Sérgio Rocha
Assembleia encaminha ao Executivo autógrafo de lei da Reforma Administrativa
Sessão Ordinária
A Assembleia já enviou para a sanção do governador Marconi Perillo o autógrafo de lei que trata da Reforma Administrativa. A matéria, aprovada na terça-feira, em votação definitiva, sem emendas parlamentares, promove o enxugamento da máquina estatal, com redução no número de secretárias e corte de cargos comissionados. A economia estimada é de R$ 300 milhões.

Aprovado em definitivo na tarde desta terça-feira, 2, o projeto da Reforma Administrativa do Poder Executivo já foi encaminhado para a Casa Civil. O autógrafo de lei referente à matéria aguarda agora sanção e publicação no Diário Oficial do Estado.

A matéria tramitou na Assembleia pelo processo de nº 3.989/13. Através do mesmo a Governadoria propôs modificações na estrutura administrativa do Executivo, extinguindo 3.300 cargos comissionados em secretarias, autarquias e demais órgãos da esfera do Executivo Estadual.

O objetivo da proposta é reduzir, através da reforma, o número de cargos em comissão criados na esfera estadual, proporcionando, assim, uma maior economia de recursos dos cofres públicos. A expectativa é que haja uma economia de R$ 300 milhões com o enxugamento.

Com a sanção do Governador e vigência da Lei, das secretarias já existentes, apenas cinco seguirão inalteradas: Gestão e Planejamento (Segplan), Saúde (SES), Governo, Fazenda (Sefaz) e Casa Civil.

As outras pastas serão condensadas nas secretarias de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico; Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos; Educação, Cultura e Esporte; Segurança Pública e Administração Penitenciária; Mulher, Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Trabalho.

O texto da reforma administrativa prevê a extinção de 5,4 mil cargos comissionados. Destes, 3,4 mil funcionários serão demitidos ainda este ano. Os outros, em 2015. Também serão extintos mil cargos de chefia. Nas agências e empresas do Governo, 9,5 mil funcionários temporários também serão desligados da administração.

De acordo com o Governador, o corte de pessoal e agrupamento de secretarias vai gerar economia não só com os aluguéis dos prédios e folha de pagamento, mas também redução no custo com veículos, contas de energia, água e internet.

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