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Seção de atividades culturais promove apresentação de catira nesta semana

11 de Maio de 2015 às 11:18

Na próxima quarta-feira 13, a Seção de Atividades Culturais traz para a Assembleia uma apresentação do Grupo de Catira e Folia de Santos Reis Cora Coralina, da Cidade de Goiás, agendado para às 14 horas do saguão de entrada da Casa.

O Grupo é composto por mais de quarenta integrantes, no entanto, na ocasião estarão presentes vinte catireiros e foliões que têm em seus repertórios a programação de uma homenagem ao presidente da Casa deputado Helio de Sousa (DEM) e ao deputado Dr. Antonio (PDT), que representa a Cidade de Goiás.

A Seção de Atividades Culturais é o agente responsável pela execução da política cultural da Assembleia Legislativa focada nas relações com instituições e produtores do setor, e no incentivo e divulgação dos trabalhos dos artistas goianos. Oferecendo espaço e organizando exposições e eventos, a Seção de Atividades Culturais promove a cultura goiana nas suas mais diversas manifestações, que são ricas nas áreas de pintura, música, danças, literatura, folclore e outras formas da arte universal.

Tradição

A folia é considerada uma expressão do Brasil agrário, que tem características próprias, expressas em coreografias, ritmos e canções. Evento popular que transcende a esfera religiosa de sua origem e alia aspectos profanos e regionais.

No Brasil, a Folia de Reis é uma das tradições herdadas dos colonizadores portugueses, com influências das religiões exercidas pelos escravos e, mesmo no Brasil, é diferente em algumas regiões.

Essa festa comemora o nascimento de Cristo. O enredo lembra a viagem que os três reis magos - Baltazar, Belchior e Gaspar - fizeram a Belém para encontrar o Menino Jesus.

Os palhaços, vestidos a caráter e cobertos por máscaras, representam os soldados do rei Herodes, em Jerusalém, e na Folia têm a função de animar a festa e espantar os maus espíritos.

Da tradição portuguesa os foliões pedem licença para entrar e começam a cantoria. Os cantos, chamados também de tala e contra-tala, têm aquele falsete agudíssimo, um lamento choroso que corta o sertão paulista, mineiro e goiano. É assim a cada ano: o Alferes da Folia, chefe dos foliões, pode bater à porta a qualquer momento, de manhãzinha, seguido dos palhaços do Reisado e de seus instrumentos barulhentos.

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