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Jalles Fontoura

12 de Maio de 2015 às 12:25
Crédito: Y. Maeda
Jalles Fontoura
Entrevista Prefeito de Goianésia Jalles Fontoura
Prefeito de Goianésia foi entrevistado pelo Clube de Repórteres Políticos na manhã desta 3ª-feira, no Auditório Solon Amaral.

O prefeito de Goianésia, Jalles Fontoura (PSDB), foi entrevistado pelo Clube dos Repórteres Políticos de Goiás nesta terça-feira, 12, no Auditório Solon Amaral na Assembleia Legislativa. Participaram da entrevista profissionais de veículos de comunicação da Capital e do interior.

Estiveram presentes na sabatina, o presidente da Casa, deputado Hélio de Sousa (DEM), o diretor de Assuntos Institucionais, Frederico Nascimento, acompanhados do assessor de Educação e Cultura da Presidência da Alego, Joel Santana.

Jalles Fontoura falou sobre seu mandato como prefeito de Goianésia, anunciando que não será candidato a reeleição no próximo pleito, e pontuando sobre a necessidade do município em colocar novos nomes para as eleições municipais de 2016. Lembrou ainda que o presidente da Casa, Hélio de Sousa, já foi prefeito de Goianésia, tendo a cidade grande representação, normalmente elegendo dois parlamentares para a Assembleia.

Sobre o cenário nacional, o prefeito avaliou como um período de dificuldade, mas também de grandes possibilidades, com safra recorde e com um plano de ajuste fiscal nos próximos dois anos que irá corrigir as distorções do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff (PT). Sobre a presidente, ele disse ser contra o propalado pedido de impeachment, como tem sido levantado até pelo seu partido, o PSDB.

Ele apontou o aumento da energia elétrica, gastos excessivos como fatores preocupantes para o equilíbrio do País. Em relação ao momento político-econômico estadual, avaliou como positivo a situação econômica de Goiás, com capacidade de endividamento, não realizando novos investimentos somente pela falta de liberação desses recursos via Governo Federal.

Jalles Fontoura, que também foi deputado estadual e federal, destacou dois pontos importantes que precisam ser discutidos na reforma política, como a pulverização partidária, com necessidade de uma reestruturação e uma federação mais autônoma e equilibrada, em que a comunidade ganhe mais em sua forma de distribuição de recursos.

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