Parceria Habitacional
Foi acompanhado do presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, deputado José Vitti (PSDB), que o governador do Estado, Marconi Perillo (PSDB), chegou ao evento Parceria Habitacional – União, Estado, Municípios e Mobilização Social, realizado na tarde desta segunda-feira, 13, no Centro de Convenções Goiânia.
O encontro, que reuniu centenas de prefeitos e diversas autoridades, foi realizado pela Agência Goiana de Habitação (Agehab) para a celebração de um convênio entre o Governo do Estado e a Caixa Econômica Federal visando a construção de 30 mil moradias populares nos próximos dois anos. O programa, considerado audacioso por Marconi Perillo, pretende reduzir o déficit habitacional de Goiás em 30%, já que faltariam hoje, no Estado, cerca de 100 mil moradias.
Apoiador da parceria, José Vitti destacou o papel da Assembleia Legislativa, que seria a caixa de ressonância dos prefeitos e o meio pelo qual muitos deles conseguem benefícios para as cidades que administram. “Nós, deputados, auxiliamos os prefeitos em suas demandas, muitas delas habitacionais. Assim sendo, nada mais justo que a Casa apoiar e fazer parte dessa iniciativa”, explanou.
Além do presidente da Casa estiveram presentes na solenidade os deputados Francisco Oliveira (PSDB), novo líder do Governo, e seus correligionários Júlio da Retífica, Talles Barreto, Helio de Sousa, Lêda Borges e Nédio Leite. Eliane Pinheiro (PMN), Simeyzon Silveira (PSC) e Isaura Lemos (PCdoB) também prestigiariam a assinatura do Protocolo de Intenções.
Também presente o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, explicou que o Governo Federal fornecerá R$ 4 bilhões em recursos oriundos do Fundo de Garantia (FGTS), por meio do programa Minha Casa Minha Vida. Cheques Mais Moradia concedidos pelo Governo do Estado, no valor de R$ 370 milhões, complementarão o financiamento. Aos municípios contemplados caberá a contrapartida de ceder os terrenos e indicar as famílias carentes.
Esperançoso em ter seu município alcançado o prefeito de Palmeiras de Goiás, Vando Vitor (PSDB), afirmou que o déficit habitacional da cidade é de 1.300 unidades. Palmeiras, sede de diversas indústrias, estaria lidando com intensa migração de trabalhadores que sonham em morar na casa própria. “Na cidade a população cresce acima da média e agora, com a possível chegada de uma montadora de aviões, esperamos um fluxo de cidadãos ainda maior”, finalizou.