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Diego Sorgatto discute projeto de sua autoria e interdição do IML em Luziânia

19 de Abril de 2017 às 15:43

Quinto a discursar durante o Pequeno Expediente, o deputado Diego Sorgatto (PSB), aproveitou os cinco minutos na tribuna para discorrer sobre a apresentação de um projeto de lei que apresentou hoje, en Plenário, e também sobre a interdição do Instituto Médico Legal (IML) de Luziânia.

Durante seu discurso, Sorgatto, que é o presidente da Comissão de Organização dos Municípios, argumentou sobre o projeto de lei de sua autoria, que concede incentivo fiscal mediante crédito presumido de ICMS para aplicação em obras de infraestrutura necessária para instalações de rádio base de suporte ao serviço móvel de telefonia. Para ele, algumas cidades ou distritos que ficam em determinadas localidades sofrem com a inoperância da telefonia móvel. “Por meio dessa proposta as operadores serão estimuladas a implementar essas obras para que essas cidades recebam o serviço”, destacou.

O deputado aproveitou ainda para destacar a interdição do Instituto Médico Legal (IML) no município de Luziânia, entorno de Brasília. A população das cidades que compõe o entorno do Distrito Federal representam mais de 1 milhão de habitantes do Estado e são atendidos pelo 14° Núcleo de Polícia Técnico Científica, que foi interditado, a pedido do Ministério Público, há cerca de 40 dias, segundo o deputado.

“Estive lá para que pudéssemos tratar da reforma e reestruturação completa do IML, pois temos um recurso garantido pelo Governo do Estado. Precisávamos aplicar esse recurso para reestruturar a situação deplorável do instituto.  Fizemos toda a gestão possível para que isso acontecesse”, ressaltou. Aproveitou ainda para denunciar a Prefeitura de Luziânia. “Quero denunciar uma negligência por parte da prefeitura de Luziânia, pois ficou sob a responsabilidade dela criar um dispositivo que garantisse um lugar onde o IML pudesse funcionar interinamente, até que sua reestruturação fosse realizada com o recurso garantido”.

Para finalizar, o deputado registrou seu repúdio. "Toda a população do entorno que é atendida por esse núcleo está em um grande sofrimento”, disse.

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