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Presidente de associação ressalta importância de lembrar acidente com o césio 137

24 de Abril de 2017 às 08:49

O presidente da Associação dos Contaminados, Irradiados e Expostos ao Césio 137 (Aciec), João de Barros Magalhães, participa, nesse instante, da solenidade de abertura do lançamento do Fórum Permanente Sobre o Acidente com o Césio 137.

Ele ressaltou a importância da iniciativa para não deixar no esquecimento as vítimas da tragédia, considerada maior acidente radioativo em área urbana do mundo com o césio 137, que completa 30 anos. “Até hoje, somos discriminados. Um acidente tão sério que não é debatido com o destaque que merece pelas autoridades, por isso os problemas com as vítimas vêm se arrastando ao longo dos anos”, ressaltou João de Barros, ex-servidor do Consórcio Estadual Rodoviário Intermunicipal (Crisa), hoje Agência Estadual de Transportes e Obras (Agetop).

João de Barros enaltece o papel da Assembleia Legislativa, que aprovou a Lei nº 14225/02, que beneficia os irradiados e contaminados pelo césio 137. Em dezembro de 2015, o deputado Helio de Sousa (PSDB) promoveu audiência pública para debater alteração nessa lei.

As principais reivindicações das vítimas, segundo João de Barros, são: equidade dos benefícios à todos os servidores do Crisa, inclusão e permanência de familiares nos benefícios do Ipasgo, alteração do plano de saúde para todos os pensionistas e o pagamento imediato das pensões retroativas. Ele disse que a pensão de R$ 778,00 não teve reajuste até hoje. 

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