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PSDB pode controlar 34,14% da Assembleia Legislativa com a filiação do deputado Jean

23 de Agosto de 2017 às 12:30

Maior partido de Goiás, o PSDB pode obter o controle de nada menos do que 14 das 41 cadeiras no Plenário da Assembleia Legislativa — um porcentual de 34,14%. Basta que se confirme a já anunciada filiação do deputado Jean Carlo, eleito pelo PHS, que não esconde divergências com a cúpula nacional do partido, comandada pelo goiano Eduardo Machado.

A supremacia do PSDB no Poder Legislativo teve início em 2014, com a eleição de sete parlamentares: Manoel de Oliveira (62.655 votos), José Vitti (43.867 votos), Iso Moreira (37.430 votos), Marquinho Palmerston (37.273 votos), Gustavo Sebba (33.760 votos), Lêda Borges (32.217 votos) e Nédio Leite (29.900 votos).

Com a mudança na legislação eleitoral, que permitiu a troca de partidos às vésperas da eleição de 2016, a bancada do PSDB subiu para 11 deputados com as adesões de Talles Barreto (PTB-36.639 votos), Francisco de Oliveira (PHS-24.889 votos), Carlos Antonio (SD-28.093 votos) e Hélio de Sousa (DEM-31.137 votos).

Vale lembrar que o PSDB também foi beneficiado com a efetivação de dois suplentes na Assembleia Legislativa, Júlio da Retífica (27.664 votos) e Daniel Messac (27.142 votos), em razão da indicação de Valcenôr Braz (PTB-34.771 votos) para o Tribunal de Contas dos Municípios e da eleição de Zé Antônio (PTB-37.061 votos) para a Prefeitura de Itumbiara, no Sul do Estado. Os dois deputados faziam parte da coligação liderada pelo governador Marconi Perillo (PSDB), integrada ainda por PP, PR, PSD e PTB.

No início deste ano, o PSDB foi reforçado novamente com a convocação de mais dois suplentes, Victor Priori (26.567 votos) e Henrique César (25,470 votos) em razão da volta de Lêda Borges para a Secretaria Estadual da Cidadania e da nomeação de Talles Barreto como secretário extraordinário de Fiscalização do Programa Goiás na Frente.

Confirmada a filiação de Jean Carlo, o PSDB passará a contar então com 14 representantes no Plenário da Assembleia Legislativa, incluindo os suplentes Victor Priori e Henrique César. Sem contar os deputados Talles Barreto e Lêda Borges, que fazem parte do primeiro escalão do Governo de Marconi Perillo.

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