Manoel de Oliveira assume presidência do Parlamento goiano por sete dias
Em decorrência da posse do presidente da Assembleia Legislativa José Vitti (PSDB) ao Governo do Estado de Goiás, o deputado Manoel de Oliveira (PSDB) assume interinamente a presidência do Parlamento goiano por uma semana. Vitti assumirá a partir de amanhã, quinta-feira 7, pela primeira vez, o Governo do Estado de Goiás.
O chefe do Poder Legislativo vai comandar o Palácio Pedro Ludovico Teixeira por sete dias consecutivos, em razão de viagem do governador Marconi Perillo (PSDB) e do vice-governador José Eliton (PSDB), que estarão em missão comercial ao exterior. Eles visitam países do Cone Sul.
Manoel de Oliveira
Manoel de Oliveira é natural de Pires do Rio (GO). O deputado é radialista e jornalista. Foi deputado estadual pelo PMDB em 1987, durante a 11ª Legislatura da Casa de Leis. Foi empossado em fevereiro de 2017 como primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa de Goiás.
Atuou profissionalmente nas rádios Difusora e Clube, em Goiânia, e Carajá, em Anápolis, em 1966. Trabalhou nos jornais “Cinco de Março”, “Folha de Goiás” e como correspondente do “Diário da Manhã”.
Em 1968, estagiou por um ano no jornal “Folha de Goiás” por exigência sindical para inscrição no registro de jornalista, e cronista esportivo da TV Brasil Central. Hoje, é dono dos horários de esportes da TV Brasil Central e proprietário da firma de publicidade Rede de Assessoria e Propaganda Ltda.
Manoel de Oliveira tem 50 anos de Jornalismo e 45 de carreira na crônica esportiva. Ao disputar novamente uma eleição para o Legislativo goiano, em 2014 pelo PSDB, tornou-se o deputado estadual mais votado da história, 28 anos após se eleger pela primeira para a mesma função. Com a bandeira da segurança pública nas mãos, ele diz que sua principal meta é fazer com que a Justiça seja rigorosamente cumprida.
O seu principal objetivo é colocar as mudanças das leis em pauta na Casa. O assassinato do seu filho mais velho, o também cronista esportivo Valério Luiz de Oliveira, morto a tiros em 2012, foi o que o motivou a voltar para a vida pública.