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Eudes Lucio é o segundo empresário a participar de oitiva pela CPI da Goiás Turismo

20 de Setembro de 2017 às 17:24

O segundo a ser ouvido nesta quarta-feira, 20, pela CPI que investiga supostas irregularidades na Goiás Turismo, foi o empresário Eudes Lucio de Oliveira, representante da Fábrica de shows produções e eventos LTDA, da cidade de Crixás. Ele afirmou que trabalha com a Goiás Turismo desde o ano de 2009. Segundo o empresário, tem um show de 2016 que não foi pago pela Goiás Turismo.

Eudes também afirmou que nunca houve nenhum pedido de vantagem financeira para a contratação dos shows. Ele também falou sobre as contratações feitas pelas prefeituras. “Eu faço o trabalho de viajar de cidade em cidade para mostrar os artistas, e aí os prefeitos conseguiam a verba”, afirmou.

Membro da CPI, Humberto Aidar (PT) perguntou ao empresário se era comum empresas realizarem shows para a Goiás Turismo e não receber pagamento. Eudes respondeu que conhece outras empresas que reclamam de demora no recebimento, que ultrapassa um ou dois anos.

Cláudio Meirelles indagou se empresas costumam cobrar mais caro por seus artistas ou estruturas ao serem contratadas pelo Governo, uma vez que o pagamento é mais demorado. O inquirido respondeu que não tem conhecimento sobre essa diferenciação de valores. Segundo ele, o que ocorre, geralmente, é aumento de valor para que outros serviços sejam prestados, como fornecimento de equipamento de som e iluminação.

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