Aberta neste momento audiência pública
A deputada Delegada Adriana Accorsi (PT), no exercício da presidência dos trabalhos, declara aberta audiência pública que discute reformas e a restruturação do Estado Brasileiro. O encontro é realizado nesta manhã de segunda-feira, 9, no Auditório Costa Lima da Casa de Leis.
Em seu discurso de abertura, a deputada afirma que a retirada de recursos dos serviços federais é algo inadmissível que vem ocorrendo no País. Segundo ela, a ausência de alguns desses serviços só vem prejudicar as camadas mais humildes da população brasileira.
No encontro serão debatidos temas como as privatizações, Consolidação Entre Leis Trabalhistas (CLT), reforma da Previdência, Sistema Único de Saúde (SUS) e relações de trabalho e direitos dos trabalhadores. “O Governo Federal está cortando os recursos relacionados aos atendimentos sociais, de agências federais, do Ministério Público, entre outros. A Polícia Rodoviária Federal já declarou que foi cortada a verba para uma maior fiscalização nas fronteiras, acarretando assim em uma entrada maior de armas e drogais ilegais no Brasil”, disse Adriana Accorsi.
A deputada também falou que serviços como INSS, que segundo ela, em grande parte, são utilizados por idosos, pessoas doentes e menos favorecidas, será fechado e só funcionará com atendimentos via online. “Isso vai prejudicar muitas pessoas, não é tudo que se resolve virtualmente. Isso é desumano, muitas pessoas não têm conhecimento e condições de resolver certos tipos de situação que não seja pessoalmente. O Governo Federal está querendo destruir a Previdência Social.”
A mesa diretora dos trabalhos é presidida pela deputada Adriana Accorsi, e têm assento ainda a presidente do Conselho Regional de Serviço Social, Ana Ângela Brasi. Também presente, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Federais (Sintsep-GO), Ademar Rodrigues de Sousa; diretor de Organização Política Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência nos Estados de Goiás e Tocantins (Sintfesp-GO-TO), Mauro Mota de Oliveira; e a secretária-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Tereza Aguiar.