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Presidente do CRM-GO diz que Poder Público tem de tratar a pessoa com malformação congênita

17 de Outubro de 2017 às 10:25

Presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM-GO), Leonardo Mariano Reis disse que é dever do serviço público oferecer tratamento ao paciente com malformação congênita. “Em Goiás só temos um hospital público que faz esse tipo de procedimento. Isso é muito grave, pois nos casos específicos que vimos aqui, percebemos que a criança viverá essa deficiência com mais sofrimento.”

Ele conta que há adultos com lábio fissurado que chegam até ele sem nunca terem feito nenhum procedimento. “O ideal é começar os procedimentos aos 6 meses de idade. E contraditoriamente, temos em nosso Estado os maiores pediatras e cirurgiões plásticos, mas isso para quem tem condição de pagar. Quem não tem (essa condição financeira) fica à mercê do SUS, infelizmente.”

Leonardo Mariano lamenta o fato de o Estado não respaldar esses pacientes. “É uma vergonha vermos um Estado tão rico depender da assistência de outros países. Vamos continuar esse debate, exigindo do poder público que dê acesso a esses pacientes que não têm condição de pagar o tratamento.”

Por iniciativa do deputado Lívio Luciano (PMDB), a Assembleia Legislativa (Alego) está discutindo medidas de atendimento às pessoas com malformações congênitas. O encontro ocorre no Auditório Solon Amaral da Casa de Leis, na manhã desta terça-feira, 17.

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