Secretário de Estado Vilmar Rocha participa de audiência na Assembleia
Por iniciativa do deputado Francisco Jr. (PSD), está sendo realizado, nesta quarta-feira, 18, no Auditório Costa Lima, audiência para apresentar o diagnóstico do Plano Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Goiânia (PDI-RMG) à comunidade. A abertura do evento teve a presença, além do deputado e do superintendente de Assuntos Metropolitanos da Secretaria do Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), Marcelo Sáfadi, que conduz os trabalhos, também do titular da Secima, Vilmar Rocha.
O secretário destacou na oportunidade os principais pontos de atenção do Executivo na elaboração do Plano de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Goiânia (PDIRM). Segundo Vilmar Rocha o ponto com maior destaque seria a crise hídrica pela qual a população da região passa. "É um problema do Estado, do País, mas sobretudo aqui da Região Metropolitana de Goiânia. Temos uma população de aproximadamente 2,4 milhões de habitantes e esse assunto hídrico é realmente muito importante", disse.
Vilmar explicou que o diagnóstico sobre a questão foi feito e tomadas medidas de caráter emergencial no sentido de resolver o problema até que as chuvas retomem. "Mas essas medidas não resolvem o problema a médio e longo prazos. Para isso temos que tomar medidas mais fortes para superar a crise hídrica."
Outro ponto de grande atenção, segundo o secretário, é a questão do transporte urbano na Região Metropolitana, que, segundo ele, ainda não está bem formulado e precisa de grandes avanços. Ele também destacou o uso do solo, um grande problema em vista da enorme expansão urbana da região. "São aspectos que iremos pôr luz. A Universidade Federal de Goiás, que está fazendo este trabalho, vai apresentar os caminhos hoje e com base nisso vamos apresentar decisões para o futuro."
Vilmar Rocha explicou que tais decisões devem ser tomadas com a perspectiva de sanar os problemas e não apenas paliativas. "Temos muito aspectos que vêm sendo apenas socorridos e não tratados. Precisamos acabar com a cultura de improvisação e começar a planejar as decisões e com o apoio da população sairmos de soluções não estruturantes para políticas de Estado", disse.