Assembleia Legislativa promove palestra sobre tecnologias sustentáveis

28 de Novembro de 2017 às 09:44
Crédito: Carlos Costa
Assembleia Legislativa promove palestra sobre tecnologias sustentáveis
Palestra sobre Adoção de Tecnologias Sustentáveis em Edificações - Uma melhor qualidade de vida

A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) promove, em parceria com a Seção de Avaliação, palestra com a temática “Adoção de Tecnologias Sustentáveis (Ecomateriais) em edificações - Uma Melhor Qualidade de Vida”. O evento tem lugar no Auditório Costa Lima, na manhã desta terça-feira, 28. O público-alvo da palestra são os estagiários dos cursos de Arquitetura e de Engenharia que trabalham na Casa de Leis.

Uma das palestrantes é a estudante do 10º período de engenharia Ambiental e Sanitária da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) Natália Brito, pós-graduanda em Engenharia de Segurança do Trabalho pela RTG, com as revisões literárias e o conhecimento prático de tecnologias sustentáveis, ela trata sobre construções sustentáveis.

Natália conta que trabalhou durante dois anos na fiscalização e edificação das áreas públicas de Goiânia e sua palestra trará um novo referencial aos estagiários de Arquitetura e Engenharia da Alego. “Ao adotar medidas sustentáveis nas edificações nós saímos das síndromes de edifício que temos pela sensação térmica falha, por exemplo. Os estudantes terão, a partir dessa conversa, uma nova referência. Vão pensar no meio ambiente, vão perceber que a ação de cada um faz uma grande diferença”, falou.

Os arquitetos Luan Kesley e Virgínia Pereira, representando o escritório Arquitetura Viva, referência em bioconstrução em Goiás, trouxeram projetos para mostrar aos estudantes como funciona na prática a arquitetura sustentável. “Nós só temos um mundo, não é problema seu ou meu, é nosso. Já passou do momento de agirmos de acordo com isso”, disse Luan Kesley.

Virgínia Pereira diz o mundo está se adequando às mudanças sustentáveis e a palestra voltada para os estudantes da Alego será de grande relevância. “Acredito que na universidade não temos tanto conhecimento sobre essas práticas mais responsáveis e saudáveis na arquitetura”, abordou.

Ela ainda afirma que a intenção da aula é mostrar que existe a possibilidade e a necessidade de fazer uma arquitetura diferente. “É possível fazer algo que motive uma mudança e integre as relações de forma que deixe tudo mais saudável. Não só as funções, mas as pessoas também, pois a arquitetura é uma coisa feita para as pessoas dentro da nossa casa que é o mundo”, disse. 

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