José Vitti critica burocracia imposta pela Secretaria da Fazenda à mineração em Goiás
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Vitti (PSDB), foi o primeiro a discursar durante o Pequeno Expediente da sessão ordinária desta quarta-feira, 6. Na ocasião, o parlamentar ocupou a tribuna para criticar a burocracia, segundo ele, imposta pela Secretaria da Fazenda de Goiás (Sefaz) ao segmento da mineração no Estado.
Enquanto representante do setor, o presidente da Casa considerou que o órgão estadual tem colocado barreiras excessivas à atuação das mineradoras em território goiano. “Venho relutando para trazer esse assunto à pauta, pela relação sempre cortês e cordial com o Governo e o Governador. Mas percebo que a Sefaz está tentando prejudicar o segmento da mineração ao criar imposto e obstáculos para setor”, pontuou Vitti.
Ele também considerou que as dificuldades impostas pela Sefaz acabam por favorecer os cartórios em atuação do Estado e afirmou que iniciou investigação para saber se existem servidores que estão sendo beneficiados com essa ação. “No momento em que se trata de desburocratizar o Estado, com conselho sendo criado para tal fim, a Sefaz, através de seus ‘gênios’, quer prejudicar o trabalhador, criando obstáculos para vender facilidades. Em função disso, todo o segmento da mineração no Estado de Goiás está ameaçado”, observou o presidente da Casa.
Vitti ainda lamentou a crise enfrentada pelos municípios de Niquelândia e Minaçu frente à paralisação e ao esfriamento da atividade de empresas mineradoras que trabalham com a extração de níquel e amianto, respectivamente.