Líderes de movimentos sociais protestam na Assembleia contra a Reforma da Previdência
Líderes de diversos movimentos sociais se reuniram em frente à Assembleia Legislativa de Goiás desde às 9 horas da manhã desta quarta-feira para protestar contra a Reforma da Previdência Social e para expressar apoio a outro grupo de manifestantes que se reúne em Brasília realizando greve de fome também para demonstrar insatisfação com a Reforma, ato que também teve adesão dos representantes goianos até às 18h.
O movimento faz parte da “Semana dos Direitos Humanos de 2017: nenhum direito humano a menos em Goiás e no Brasil”, que acontece do dia 30 de novembro até 14 de dezembro e tem o objetivo de levantar questões relacionadas a este tema e levar o assunto até a população. A manifestação em questão está sendo organizada pelo Fórum Goiano contra as Reformas da Previdência e Trabalhista e reúne representantes de mais de 40 organizações, dentre elas a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (SINTEGO).
Segundo o coordenador geral do Fórum Goiano contra as Reformas da Previdência e Trabalhista, João Pires Junior o objetivo da manifestação é pressionar os parlamentares goianos para os mesmos não votarem a favor da Reforma, "a reforma não pode passar", declara. Esteve presente para prestar apoio à causa a deputada delegada Adriana Accorsi (PT). Francisco Oliveira (PSDB) também passou por lá.
De acordo com Adriana, que afirma ser contra a Reforma da Previdência, as manifestações que visam discutir o tema são de extrema importância para inserir a população e esclarecer possíveis dúvidas. “Nosso país vive um desafio, direitos estão sendo retirados da sociedade e algo precisa ser feito, somos contra a Reforma da maneira que ela se encontra e vamos lutar para que a população não seja enganada”, afirma.