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Projeto de Cristiano Galindo propõe inclusão da cardiotocografia como exame de rotina para gestantes em Goiás
O deputado estadual Cristiano Galindo (Mobiliza) apresentou, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), um projeto de lei que autoriza a realização do exame de cardiotocografia como rotina no acompanhamento de gestantes na rede pública e privada de saúde. A proposta está em tramitação na Casa.
O objetivo da iniciativa é ampliar o monitoramento da saúde materno-fetal, especialmente no final da gestação e durante o trabalho de parto, garantindo mais segurança para mães e bebês. A cardiotocografia é um exame não invasivo que avalia, de forma simultânea, a frequência cardíaca do feto e as contrações uterinas, auxiliando na identificação de possíveis riscos.
Segundo Cristiano Galindo, o projeto busca fortalecer a atenção à saúde da mulher e do bebê, com foco na prevenção. “Estamos falando de um exame essencial para acompanhar o bem-estar do bebê e dar mais segurança à gestante. A nossa proposta é ampliar o acesso e garantir que esse cuidado esteja presente de forma mais efetiva no acompanhamento da gravidez”, destacou o deputado.
Maternidade protegida
De acordo com a justificativa do projeto, a cardiotocografia já é amplamente utilizada em protocolos clínicos nacionais e internacionais, especialmente em gestações de risco ou em situações que exigem maior vigilância médica.
A ampliação do acesso ao exame pode contribuir para a detecção precoce de sinais de sofrimento fetal, permitindo intervenções rápidas e reduzindo riscos de complicações durante o parto, como a hipóxia perinatal.
Além disso, a proposta está alinhada às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), que preveem a integralidade da assistência e a garantia de atendimento adequado à gestante e ao bebê, desde o pré-natal até o nascimento.
Rede Fortalecida
O projeto também busca fortalecer a organização da rede de atenção materno-infantil em Goiás, ampliando a capacidade diagnóstica das unidades de saúde e apoiando decisões clínicas mais seguras.
Para Cristiano Galindo, a medida representa um avanço importante na proteção da vida. “Cuidar da gestante é cuidar de duas vidas ao mesmo tempo. Esse projeto é mais um passo para garantir um pré-natal mais seguro, humanizado e com mais qualidade para as famílias goianas”, afirmou.
Se aprovado, o projeto permitirá que o exame seja incorporado de forma mais ampla à rotina de acompanhamento das gestantes no Estado, reforçando o compromisso com a saúde materno-infantil e a prevenção de riscos evitáveis.