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Amilton Filho e lideranças se reúnem para discutir sobre fibromialgia
Os deputados Amilton Filho (MDB) e Célio Silveira (MDB), além do vereador por Anápolis, Elias Francisco Bento (PSD), o Elias do Nana, e lideranças políticas e sociais estiveram reunidos nesta segunda-feira, 11, em Anápolis, para discutir a situação das cerca de 140 mil pessoas que vivem com fibromialgia em Goiás.
“Este é um tema que precisa de nossa máxima atenção, e os pacientes, de nosso acolhimento irrestrito. Ao mesmo tempo, este tema demanda políticas públicas que garantam mais dignidade, respeito e qualidade de vida para quem enfrenta esta realidade todos os dias”, afirmou Amilton Filho.
A fibromialgia é uma preocupação de Amilton Filho já há algum tempo. Na primeira sessão da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), em 20 de fevereiro de 2024, o parlamentar apresentou um projeto de lei que alterava uma lei já existente e acrescentava a ela cinco novos parágrafos. Esses parágrafos criavam e normatizavam a Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia.
O deputado explicou que a emissão da carteira de identificação da pessoa com fibromialgia, além de facilitar o acesso da pessoa com a enfermidade aos meios de tratamento, também ajudaria a quantificar o número de pessoas acometidas pela doença no Estado. “Hoje, não se sabe ao certo quantas pessoas têm a doença no Estado. Com a carteira, será possível descobrir esse número que se acredita estar por volta de 140 mil indivíduos”, disse à época.
De acordo com o projeto de lei, a carteira de identificação da pessoa com fibromialgia é emitida por órgão indicado pelo Governo do Estado, com numeração para facilitar a contagem do número de pessoas acometidas pela doença. A emissão seria gratuita, com validade de cinco anos, devendo ser renovada quando expirar sua validade.
Para requerê-la, a pessoa deve solicitar ao Estado, via requerimento acompanhado de um laudo assinado por um reumatologista que ateste o diagnóstico da fibromialgia. A doença afeta músculos, cartilagens e articulações, causando dores severas nessas partes do corpo e que muitas vezes afasta a pessoa do trabalho e a impede de realizar determinadas tarefas. O projeto de lei de Amilton Filho foi aprovado em 26 de junho de 2025 e tornou-se lei estadual em julho daquele ano, quando foi sancionada pelo então governador Ronaldo Caiado (UB).