Adriana Accorsi defende diálogo com Sintego sobre matéria que trata de remuneração de professores
Durante discussão de matéria na Ordem do Dia da sessão ordinária desta quarta-feira, 19, a deputada Delegada Adriana Accorsi (PT) se manifestou contra o projeto de lei nº 4983/21, de autoria da Governadoria, que se encontra em segunda fase de discussão e votação do Plenário da Assembleia Legislativa. “Estou muito triste e indignada por ver o que estamos fazendo nessa Casa com as pessoas que deveríamos valorizar", disse.
A propositura, a que Adriana Accorsi se refere, faz alterações na Lei nº 13.909, de 25 de setembro de 2001. A legislação versa sobre o Estatuto e o Plano de Cargos e Vencimentos do Pessoal do Magistério, e revoga a Lei nº 18.589, de 1º de julho de 2014, que altera o citado Estatuto, bem como dispositivos da revogada Lei nº 17.257, de 25 de janeiro de 2011.
A parlamentar afirmou que as contas do Estado tiveram um superávit, e que, portanto, não há justificativa para cortar gratificação paga aos professores. Ela defende que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego) seja chamado na Alego para discutir o projeto.
“A situação é muito triste. Estão fechando escolas e cortando salários de professores. Não tem uma nação que vai para frente sem investir em Educação. Para isso, é preciso valorizar os profissionais. Eles não têm internet, nem ambiente favorável para os seus estudos. Mas estão lutando para dar educação aos nossos filhos. Não votem em políticos liberais. Eles querem um Estado mínimo. Mas mínimo para os mais humildes e máximo para eles”, finalizou Adriana.