Homenageado destaca participação de grandes jornalistas no DM
Figura central dos cumprimentos ao Diário da manhã, o jornalista Batista Custódio disse da tribuna do plenário que não gosta de homenagens. De acordo com ele, o reconhecimento chega tarde demais, quando os sonhos já estão cansados. O proprietário do jornal Diário da Manhã argumenta sobre a oportunidade em que recusou um título na Assembléia Legislativa.
Batista Custódio rememorou que trouxe grandes jornalistas para o Diário da Manhã, como Mino Carta e Washington Novaes. O jornalista recordou que sentiu muito quando o jornal fechou as portas, em 1980. "Eu devia pegar essa condecoração e jogar no túmulo da Consuelo Nasser e do Fábio Nasser, que perdeu a saúde por causa do fechamento do DM", afirmou.
O jornalista disse que passou a vida enterrando esperanças e a maior delas foi o fechamento do Diário da Manhã. Batista Custódio disse que o jornal seria um polo emissor do pensamento do País caso não tivesse sido fechado na década de 1980.