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Conselho de Ética dá andamento a processos envolvendo os deputados Major Araújo, Amauri Ribeiro e Bia de Lima

26 de Maio de 2026 às 17:25
Crédito: Will Rosa
Conselho de Ética dá andamento a processos envolvendo os deputados Major Araújo, Amauri Ribeiro e Bia de Lima
Deputado Chales Bento

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizou, nesta terça-feira, 26, uma reunião híbrida de aproximadamente quatro horas para dar andamento aos processos que envolvem os deputados Major Araújo e Amauri Ribeiro, ambos filiados ao PL. Entre as representações analisadas, estão também denúncias mútuas de Ribeiro e da deputada Bia de Lima (PT) por supostos ataques.

Nesta etapa preliminar, o colegiado avalia a gravidade dos fatos e debate as possíveis sanções aos parlamentares, caso a quebra de decoro seja formalizada. De acordo com o presidente do comitê, deputado Charles Bento (MDB), o teor e a aplicação de eventuais penalidades estarão vinculados aos pareceres emitidos pelos relatores designados para cada caso.

O conflito entre os deputados Amauri Ribeiro e Major Araújo está sob a relatoria do deputado Dr. George Morais (MDB). Já o os processos envolvendo Bia de Lima e Ribeiro estão sob a responsabilidade da deputada Rosângela Rezende (Agir).

Em entrevista à imprensa antes da sessão plenária de hoje, Charles Bento informou que a reunião contou com a oitiva de testemunhas de todas as partes envolvidas e o acompanhamento de outros membros do conselho.

"Tivemos uma audiência hoje que durou aproximadamente quatro horas, onde foram arrolados alguns testemunhos de ambas as partes. Foram todos ouvidos. E, agora, já passamos a relatoria para os devidos deputados", explicou Bento.

O presidente do conselho foi enfático ao afirmar que qualquer definição sobre as punições antes do parecer oficial é mera especulação, reforçando o rito institucional do órgão. "Isso é uma questão, uma prerrogativa do relator, não é minha. Eu só presidi a sessão. Por enquanto, eu não sei dizer se [demorará] 10, 20 ou 30 dias", ponderou.

Os relatores que acompanharam os depoimentos nesta terça-feira devem apresentar seus pareceres finais nas próximas reuniões do conselho, momento em que o colegiado deverá tomar uma decisão sobre as sanções cabíveis.

Agência Assembleia de Notícias
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