CCJ transfere reunião para a próxima terça-feira
A reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Redação desta quinta-feira deixou de ser aberta pelo presidente Fábio Sousa (PSDB) por falta de quórum. O projeto do deputado Marlúcio Pereira (PTB), que dispõe sobre acompanhamento psicológico para professores e alunos vítimas de violência, era o destaque da pauta da reunião, que tinha nove projetos aptos a votação.
O projeto de Marlúcio, que pede acompanhamento psicológico para vítimas de violência nas escolas, foi relatado pelo deputado Honor Cruvinel (PSDB), cujo parecer foi pelo apensamento. Outro projeto, também do petebista e igualmente relatado por Honor, obriga as instituições de ensino do Estado a colocar autores goianos em 40% dos livros exigidos para o vestibular das instituições.
Outro projeto, do deputado Mauro Rubem (PT), institui diretrizes para elaboração do mapa de exclusão e inclusão social em Goiás. Há também um projeto do deputado Fábio Sousa (PSDB) que obriga agências bancárias a manter vigilância armada nas salas de autoatendimento.
Segundo o texto do projeto, a vigilância armada deverá ser exercida por profissional habilitado e registrado nos órgãos competentes. Aumentar a segurança de quem usa desse serviço, principalmente no período noturno, é uma necessidade, segundo o tucano. "São inúmeros assaltos que ocorrem nas imediações e até mesmo nas dependências das salas de autoatendimento", comentou.
Completa a pauta projeto do deputado Luiz Carlos do Carmo (PMDB) que inclui no calendário cívico-cultural de Goiás o encontro de muladeiros do Oeste goiano. Além dos nove projetos aptos a votação, há centenas aguardando o parecer de seus respectivos relatores.