Parceria Goiás e China: novos caminhos para a nossa economia
* Ozair José é o líder da bancada do PP na Assembleia Legislativa
As exportações goianas para a China aumentaram 280% nos últimos três anos e ainda têm espaço para crescer, de acordo com a Secretaria de Indústria e Comércio. Por isso, a missão comercial liderada pelo governador Alcides Rodrigues que visitou o País asiático de 7 a 12 deste mês teve importante papel no incremento das relações comerciais entre Goiás e a China. Segundo a SIC, no ano de 2000 Goiás exportou para a China US$ 13 milhões. Esse total subiu para US$ 201,2 milhões em 2005 e atingiu US$ 765,6 milhões no ano passado. Em 1999 a China era apenas o 33º parceiro comercial de Goiás, enquanto em 2008 se tornou o principal destino dos produtos goianos. No ano anterior, as vendas do Estado para a China foram responsáveis por 18% de tudo o que foi exportado no período.
Em 2008, os principais produtos remetidos por Goiás para a China foram o complexo soja, couros e ferronióbio. O Estado importou daquele País adubos e fertilizantes, superfosfatados e fornos industriais. Dentro da programação da missão comercial goiana, em Pequim, foi realizado o seminário Oportunidade de Negócio Goiás-China, que contou como palestrantes o governador Alcides Rodrigues, representantes do governo chinês e do empresariado daquele País. Da China o governador comitiva seguiram para a Rússia onde fizeram contatos de 13 a 17 passados. A extraordinária receptividade dos chineses, o interesse das autoridades governamentais e dos empresários em conhecer as potencialidades de Goiás e em receber missões de empresários goianos no país, além da perspectiva concreta de agências e bancos de investimentos fazer aplicações no Brasil e em Goiás são resultados concretos apontados em relação à viagem que a missão goiana fez à China.
Todos os contatos feitos sinalizam para o aumento do intercâmbio econômico de Goiás com aquele país asiático, em curto espaço de tempo. O que Goiás terá que fazer fazer agora é dar continuidade a esses contatos, envolvendo principalmente o segmento empresarial. E isso tem o apoio do governador Alcides Rodrigues e já está acertada a realização de outras quatro missões de Goiás à China, nas quais o governo de Goiás e os empresários contam com o apoio do Instituto de Cooperação Internacional (Icooi), uma empresa de Consultoria contratada com esse objetivo.
Na visita do presidente Lula à China, foi assinado um amplo acordo de cooperação entre os dois países, abrangendo 12 áreas de interesse comum. No caso específico de Goiás, as áreas em que as negociações podem avançar rapidamente são as de bioenergia (produção de etanol e biodiesel), de mineração e na produção agrícola, especialmente a soja. As portas da China estão abertas para o Brasil e para Goiás. Uma das vantagens apresentadas pelo Estado é a questão da logística, agora com a construção da Ferrovia Norte-Sul. A saída de produtos brasileiros pelo porto de Itaqui, no Maranhão, vai apressar a chegada das nossas mercadorias à China, com melhor competitividade.
Em função da crise econômica, a China está redirecionando seus negócios, antes concentrado nos países da Europa e nos Estados Unidos, voltando-se agora para a América do Sul e África. E na América do Sul, o carro-chefe é o Brasil. Por conta disso, os chineses se mostram interessados em investir tanto na produção de soja, quanto na instalação de indústrias esmagadoras ao longo da Ferrovia Norte-Sul.
O governo de Goiás deve ser indutor dessas negociações, porque os chineses gostam da presença governamental nos negócios. Em todos os contatos feitos com empresários, agências de investimentos, bancos, autoridades governamentais e com os vices-prefeitos de Pequim e de Tianjin, pôde ser notado o interesse dos chineses em investir no Brasil, mas também de receber investimentos brasileiros. Eles querem vir ao Brasil, mas também querem receber missões de empresários brasileiros em seu país.
O assessor de Assuntos Internacionais do governo goiano, Elie Chidiac, confirma as novas missões já programadas para a China, coincidindo com a realização de grandes feiras de negócios e, neste caso, a presença empresarial será de suma importância. Elie Chiciac também ressalta a importância das medidas adotadas pelo governo brasileiro, como a abertura de um escritório da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) em Pequim. Mais ainda: o governo chinês, depois de liberar as importações de carne de frango, agora já se prepara para fazer inspeções em frigoríficos brasileiros para iniciar as importações de carne bovina. A principal agência de promoção de investimentos da China também colocou em seu site os dados sobre Goiás levados pela delegação goiana.
Em 2008, os principais produtos remetidos por Goiás para a China foram o complexo soja, couros e ferronióbio. O Estado importou daquele País adubos e fertilizantes, superfosfatados e fornos industriais. Dentro da programação da missão comercial goiana, em Pequim, foi realizado o seminário Oportunidade de Negócio Goiás-China, que contou como palestrantes o governador Alcides Rodrigues, representantes do governo chinês e do empresariado daquele País. Da China o governador comitiva seguiram para a Rússia onde fizeram contatos de 13 a 17 passados. A extraordinária receptividade dos chineses, o interesse das autoridades governamentais e dos empresários em conhecer as potencialidades de Goiás e em receber missões de empresários goianos no país, além da perspectiva concreta de agências e bancos de investimentos fazer aplicações no Brasil e em Goiás são resultados concretos apontados em relação à viagem que a missão goiana fez à China.
Todos os contatos feitos sinalizam para o aumento do intercâmbio econômico de Goiás com aquele país asiático, em curto espaço de tempo. O que Goiás terá que fazer fazer agora é dar continuidade a esses contatos, envolvendo principalmente o segmento empresarial. E isso tem o apoio do governador Alcides Rodrigues e já está acertada a realização de outras quatro missões de Goiás à China, nas quais o governo de Goiás e os empresários contam com o apoio do Instituto de Cooperação Internacional (Icooi), uma empresa de Consultoria contratada com esse objetivo.
Na visita do presidente Lula à China, foi assinado um amplo acordo de cooperação entre os dois países, abrangendo 12 áreas de interesse comum. No caso específico de Goiás, as áreas em que as negociações podem avançar rapidamente são as de bioenergia (produção de etanol e biodiesel), de mineração e na produção agrícola, especialmente a soja. As portas da China estão abertas para o Brasil e para Goiás. Uma das vantagens apresentadas pelo Estado é a questão da logística, agora com a construção da Ferrovia Norte-Sul. A saída de produtos brasileiros pelo porto de Itaqui, no Maranhão, vai apressar a chegada das nossas mercadorias à China, com melhor competitividade.
Em função da crise econômica, a China está redirecionando seus negócios, antes concentrado nos países da Europa e nos Estados Unidos, voltando-se agora para a América do Sul e África. E na América do Sul, o carro-chefe é o Brasil. Por conta disso, os chineses se mostram interessados em investir tanto na produção de soja, quanto na instalação de indústrias esmagadoras ao longo da Ferrovia Norte-Sul.
O governo de Goiás deve ser indutor dessas negociações, porque os chineses gostam da presença governamental nos negócios. Em todos os contatos feitos com empresários, agências de investimentos, bancos, autoridades governamentais e com os vices-prefeitos de Pequim e de Tianjin, pôde ser notado o interesse dos chineses em investir no Brasil, mas também de receber investimentos brasileiros. Eles querem vir ao Brasil, mas também querem receber missões de empresários brasileiros em seu país.
O assessor de Assuntos Internacionais do governo goiano, Elie Chidiac, confirma as novas missões já programadas para a China, coincidindo com a realização de grandes feiras de negócios e, neste caso, a presença empresarial será de suma importância. Elie Chiciac também ressalta a importância das medidas adotadas pelo governo brasileiro, como a abertura de um escritório da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) em Pequim. Mais ainda: o governo chinês, depois de liberar as importações de carne de frango, agora já se prepara para fazer inspeções em frigoríficos brasileiros para iniciar as importações de carne bovina. A principal agência de promoção de investimentos da China também colocou em seu site os dados sobre Goiás levados pela delegação goiana.