Iris e o firme compromisso com o servidor público
* José Nelto é deputado estadual pelo PMDB
Apesar dos leitores do Diário da Manhã terem exata compreensão desse relato acima, faço essa explanação para rebater um argumento velho, empoeirado, mas que teima em ser repetido nas páginas do DM – as críticas de que o prefeito Iris Rezende não é bom para o servidor público. O último a publicar artigo sobre esse assunto foi o deputado Nilo Resende (DEM). E que o que uma coisa tem a ver com a outra? Explico abaixo. Aos fatos. O prefeito Iris Rezende em todos os cargos que ocupou e ocupa é extremamente zeloso na condução do seu trabalho. Nunca foi diferente com o servidor público. E diga-se, Iris assumiu o governo de Goiás duas vezes e nas duas vezes enfrentou enormes desafios. Iris acredita que cuidar bem do servidor é cuidar bem da própria administração.
Na primeira vez que assumiu o governo, em 1983, fruto do atraso das administrações no período militar, ele herdou um governo com enorme carência de investimentos. Iris fez uma grande gestão, reconhecida pelos goianos até hoje (pelos mutirões, pela abertura de estradas, pela eletrificação rural e por outras inúmeras obras). Em 1991, Iris voltou ao comando do Estado e novamente encontrou o Estado em frangalhos. Havia cinco folhas de pagamento em atraso. Mais uma vez o peemedebista administrou Goiás com competência. Recuperou as finanças, quitou os salários atrasados e concluiu seu mandato com grande aprovação. Nos dois governos teve o respaldo e a compreensão dos servidores. Apesar das belas administrações de Iris, reconhecidas pela população nesses anos todos, a situação do Brasil nos anos 80 e 90 não era das melhores. E é aí que paira a confusão. O poder de consumo da população era muito inferior ao atual. A classe média formava uma fatia muito menor da população se comparado a hoje. Bens duráveis como um carro era para poucos. A maior parte da população tinha uma vida bem mais modesta. Com isso, comparar meramente a situação econômica de qualquer brasileiro naquela época com a atual é pura retórica, sem nenhum compromisso com os fatos.
Iris sempre foi correto com o servidor público. Ora, encontrou o Estado em situação complicada e corrigiu os problemas em curto espaço de tempo. Pagou em dia durante todo o período em que administrou Goiás e concedeu aumentos e benefícios de acordo com a realidade econômica do Estado à época. É verdade que o peemedebista jamais assumiu compromissos que não pudesse honrar, deixando dívidas para trás ou fazendo promessas inviáveis. Isso, sem dúvida não fez, não faria e não fará.
Gestão atual
Atualmente, Iris está no quinto ano de gestão à frente da Prefeitura de Goiânia. No Paço, comanda mais de 40 mil servidores públicos. E quando foi que o prefeito enfrentou problemas como greves longas e insatisfação coletiva? Pois é, não ocorreu em nenhum momento. Os servidores recebem religiosamente em dia (dentro do mês trabalhado), o décimo terceiro na data do aniversário de cada servidor, as reposições salariais a cada data base e os planos de cargos e salários, além de outros benefícios. Tudo isso sem alarde, sem fazer disso uma plataforma eleitoral, até por que não seria o correto. O prefeito faz apenas obrigação em reconhecer o esforço dos servidores e compensá-los com o que estiver a seu alcance. E o funcionalismo público da Capital confia no trabalho do prefeito. O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Goiânia (Sindigoiânia) reconhece publicamente os esforços da atual gestão e elogia o compromisso de Iris com a categoria.
Assim também ocorre no Estado. O governador Alcides Rodrigues, assim como Iris, paga todos os servidores em dia, faz as reposições salariais. Nem por isso, faz alarde sobre esse tratamento dispensado ao funcionalismo estadual. Isso é praxe, é o normal. A estabilidade do País possibilita que as administrações elaborem melhor suas arrecadações, consigam receitas próximas ou superiores à prevista em orçamento e, com isso, cumpram com suas obrigações sem sobressaltos.
Vale ressaltar ainda que no caso do governador Alcides, ele encontrou um Estado endividado, com déficit de arrecadação na ordem de R$ 100 milhões por mês e com um plano de cargos e salários a ser implantado. O tal plano de cargos e salários que o deputado Nilo Resende afirma ter sido executado pelo ex-governador Marconi Perillo, na verdade, foi implantado pelo governador pepista. Chegou à Assembleia no mesmo período em que Alcides assumiu o governo, em abril de 2006. Aliás, creditar esse plano a Marconi é, na verdade, fazer cortesia com o chapéu alheio. Querer se apropriar até da melhor condição de vida da população brasileira e goiana é um pouco demais.
Portanto, o servidor público merece todo o respeito. O prefeito Iris Rezende tem pela categoria enorme carinho e gratidão, por tudo que conseguiram fazer em conjunto por Goiás e por Goiânia. Porém, é necessário que a população fique atenta a políticos adeptos do tudo ou nada, do quanto pior melhor. Esse não é o estilo de Iris fazer política. A longa trajetória política do prefeito foi construída com trabalho, com determinação com confiança inabalável dos goianos. E continuará assim.
Apesar dos leitores do Diário da Manhã terem exata compreensão desse relato acima, faço essa explanação para rebater um argumento velho, empoeirado, mas que teima em ser repetido nas páginas do DM – as críticas de que o prefeito Iris Rezende não é bom para o servidor público. O último a publicar artigo sobre esse assunto foi o deputado Nilo Resende (DEM). E que o que uma coisa tem a ver com a outra? Explico abaixo. Aos fatos. O prefeito Iris Rezende em todos os cargos que ocupou e ocupa é extremamente zeloso na condução do seu trabalho. Nunca foi diferente com o servidor público. E diga-se, Iris assumiu o governo de Goiás duas vezes e nas duas vezes enfrentou enormes desafios. Iris acredita que cuidar bem do servidor é cuidar bem da própria administração.
Na primeira vez que assumiu o governo, em 1983, fruto do atraso das administrações no período militar, ele herdou um governo com enorme carência de investimentos. Iris fez uma grande gestão, reconhecida pelos goianos até hoje (pelos mutirões, pela abertura de estradas, pela eletrificação rural e por outras inúmeras obras). Em 1991, Iris voltou ao comando do Estado e novamente encontrou o Estado em frangalhos. Havia cinco folhas de pagamento em atraso. Mais uma vez o peemedebista administrou Goiás com competência. Recuperou as finanças, quitou os salários atrasados e concluiu seu mandato com grande aprovação. Nos dois governos teve o respaldo e a compreensão dos servidores. Apesar das belas administrações de Iris, reconhecidas pela população nesses anos todos, a situação do Brasil nos anos 80 e 90 não era das melhores. E é aí que paira a confusão. O poder de consumo da população era muito inferior ao atual. A classe média formava uma fatia muito menor da população se comparado a hoje. Bens duráveis como um carro era para poucos. A maior parte da população tinha uma vida bem mais modesta. Com isso, comparar meramente a situação econômica de qualquer brasileiro naquela época com a atual é pura retórica, sem nenhum compromisso com os fatos.
Iris sempre foi correto com o servidor público. Ora, encontrou o Estado em situação complicada e corrigiu os problemas em curto espaço de tempo. Pagou em dia durante todo o período em que administrou Goiás e concedeu aumentos e benefícios de acordo com a realidade econômica do Estado à época. É verdade que o peemedebista jamais assumiu compromissos que não pudesse honrar, deixando dívidas para trás ou fazendo promessas inviáveis. Isso, sem dúvida não fez, não faria e não fará.
Gestão atual
Atualmente, Iris está no quinto ano de gestão à frente da Prefeitura de Goiânia. No Paço, comanda mais de 40 mil servidores públicos. E quando foi que o prefeito enfrentou problemas como greves longas e insatisfação coletiva? Pois é, não ocorreu em nenhum momento. Os servidores recebem religiosamente em dia (dentro do mês trabalhado), o décimo terceiro na data do aniversário de cada servidor, as reposições salariais a cada data base e os planos de cargos e salários, além de outros benefícios. Tudo isso sem alarde, sem fazer disso uma plataforma eleitoral, até por que não seria o correto. O prefeito faz apenas obrigação em reconhecer o esforço dos servidores e compensá-los com o que estiver a seu alcance. E o funcionalismo público da Capital confia no trabalho do prefeito. O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Goiânia (Sindigoiânia) reconhece publicamente os esforços da atual gestão e elogia o compromisso de Iris com a categoria.
Assim também ocorre no Estado. O governador Alcides Rodrigues, assim como Iris, paga todos os servidores em dia, faz as reposições salariais. Nem por isso, faz alarde sobre esse tratamento dispensado ao funcionalismo estadual. Isso é praxe, é o normal. A estabilidade do País possibilita que as administrações elaborem melhor suas arrecadações, consigam receitas próximas ou superiores à prevista em orçamento e, com isso, cumpram com suas obrigações sem sobressaltos.
Vale ressaltar ainda que no caso do governador Alcides, ele encontrou um Estado endividado, com déficit de arrecadação na ordem de R$ 100 milhões por mês e com um plano de cargos e salários a ser implantado. O tal plano de cargos e salários que o deputado Nilo Resende afirma ter sido executado pelo ex-governador Marconi Perillo, na verdade, foi implantado pelo governador pepista. Chegou à Assembleia no mesmo período em que Alcides assumiu o governo, em abril de 2006. Aliás, creditar esse plano a Marconi é, na verdade, fazer cortesia com o chapéu alheio. Querer se apropriar até da melhor condição de vida da população brasileira e goiana é um pouco demais.
Portanto, o servidor público merece todo o respeito. O prefeito Iris Rezende tem pela categoria enorme carinho e gratidão, por tudo que conseguiram fazer em conjunto por Goiás e por Goiânia. Porém, é necessário que a população fique atenta a políticos adeptos do tudo ou nada, do quanto pior melhor. Esse não é o estilo de Iris fazer política. A longa trajetória política do prefeito foi construída com trabalho, com determinação com confiança inabalável dos goianos. E continuará assim.